Neocatastrofismo e Hot Spots

A Teoria da Tectónica de Placas não explica a importante actividade vulcânica no interior de certas placas litosféricas. O investigador canadiano Tuzo Wilson foi o primeiro, em 1963, a propor a existência de “pontos quentes” fixos à medida que uma placa se desloca sobre tal ponto quente. Num artigo publicado este mês na revista NewScientist é colocada a hipótese destes Hot Spots também associados às grandes províncias basálticas – traps estarem associados a megaimpactos com corpos celestes (asteróides).
Estes fenómenos “neocatastrofistas” poderão ter originado riftes. Para os autores do artigo um dos impactos teve energia suficiente para gerar um rifte que fragmentou a Placa Indiana. A prova mais convincente desta fragmentação encontra-se a 2800 quilómetros a sul da Índia – no grande grupo de ilhas das Seychelles.

Artigo da NewScientist : 

http://www.newscientist.com/article/mg20627631.300-deeper-impact-did-megameteors-rattle-our-planet.html?full=true

2 respostas a Neocatastrofismo e Hot Spots

  1. Olá a todos

    Sim, o Neocatastrofismo parece caminhar na direção correta.

    A súbita estabilização do clima no fim do Pleistocen, pode estar, de fato, associado ao efeito catastrófico do impacto dos fragmentos de um cometa prehistórico, dando início a uma nova ordem climática, o Holoceno.

    A partir de novas informações (2009/2010) e tecnologias disponíveis é possível identificar as cicatrizes desse evento meteorítico.

    As cicatrizes ou crateras podem ser identificadas hoje pela internet, através do Google Earth, são milhares de crateras, incontáveis e suficientes para imaginar os efeitos sobre o clima e a biota do planeta, incluindo o ser humano e a sua cultura, das exlosões (com potência de bombas atômicas. As cicatrizes deixadas sobre os continentes são identificadas nas “Paleolagoas”, espalhadas pelo mundo, se distribuem até quaze os nossos quintais, embora não sejam tão “quentes” quanto os Hot Spots, pois têm origem em processo um pouco diferente dos impactos convencionais de pequenos asteróides.

    Frequentemente as Paleolagoas variam de poucas centenas de metros a poucas dezenas de quilômetros de diâmetro.

    Para saber mais sobre Neocatastrofismo e Paleolagoas, visitem : http://sites.google.com/site/cosmopier/

    abs
    pierson

  2. Lourenço diz:

    Acho este ponto de vista interessante.
    Por analogia, os derrames lávicos que estiveram na origem dos mares lunares, ter-se-ão formado por um processo semelhante.

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