Diamantes e Catastrofismo

Um diamante é uma prova de acontecimentos catastróficos.

Está bem, vamos começar pela parte romântica e deixar as catástrofes geológicas para o fim. Diamante, do grego ‘adamas’, significa invencível e ‘diaphanes’, que significa transparente. Durante a Idade Média, acreditava-se que um diamante podia reatar um casamento desfeito. Era usado em batalhas como símbolo de coragem. Os antigos o chamavam de pedra do sol, devido ao seu brilho faiscante e os gregos acreditavam que o fogo de um diamante reflectia a chama do amor.
Sugere, portanto, a força e a eternidade do amor.

Os diamantes têm muitos milhões de anos de idade, a maioria com 990 M.a., alguns com 3200 M.a!
A formação dos diamantes começou há milhões de anos atrás nas profundidades da terra quando o carbono foi cristalizado em condições de intenso calor e pressão. O berço dos diamantes localiza-se entre os 100 e os 250 quilómetros de profundidade. Os diamantes ascenderam à superfície através de erupções vulcânicas. Mais tarde, quando as actividades vulcânicas diminuíram e a era glacial tomou lugar, os diamantes permaneceram encaixados num magma solidificado conhecido como “blue ground” ou “kimberlite”. Há tipos diferentes de minas – incluindo chaminés de kimberlite e depósitos aluviais. No vídeo podemos assistir à formação de uma chaminé de kimberlitos. Qual a origem do nome kimberlito? Kimberley na África do Sul.

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