Dijunção Esferoidal

Muitas rochas formam-se em condições de pressão e de temperatura (origem profunda) muito diferentes daquelas que se verificam na superfície da Terra. Quando, por acção de movimentos tectónicos, estas rochas são expostas à superfície, sofrem uma descompressão. Deste processo pode resultar a formação de diáclases (famílias de fracturas) ou a formação de capas concêntricas (semelhantes às escamas carnudas de uma cebola) em torno de um núcleo mais resistente da rocha – dijunção esferoidal. Qualquer um dos fenómenos acima mencionados facilita a actuação dos processos de meteorização e conduzem à desagregação da rocha.

Dijunção esferóidal – Praia da Madalena (Gaia) – PT

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