Krakatau

Krakatau, que já foi erradamente chamada Krakatoa, uma ilha do tamanho de Manhattan localizada no estreito de Sunda, a meio caminho entre Sumatra e Java, conheceu o seu fim na manhã de segunda-feira, 27 de Agosto de 1883.

Foi desintegrada por uma série de potentes erupções vulcânicas. A mais violenta aconteceu às l0 horas e 2 minutos, uma explosão semelhante à de uma grande bomba nuclear, com uma força equivalente a 100-150 megatoneladas de TNT. A onda de impacte assim criada deu uma volta ao mundo à velocidade do som, atingindo o extremo oposto da Terra perto de Bogotá, na Colômbia, 19 horas depois, donde ressaltou para Krakatau, e assim sucessivamente, ao longo de sete passagens registadas na superfície terrestre. Os sons audíveis, semelhantes ao canhoneio distante de um navio em apuros, propagaram-se para Sul através da Austrália até Perth, e para Norte até Singapura, 4600 km para Ocidente até à ilha Rodriguez, no Oceano Índico, a distância mais extensa percorrida por qualquer som, originário da atmosfera, em toda a História conhecida. Enquanto a ilha mergulhava na câmara subterrânea aberta pela erupção, o mar precipitou-se para encher a caldeira que acabara de se formar. Uma coluna de magma, rochas e cinza elevou-se 5 km no ar e desceu depois, projectando o mar numa onda gigante com 40 m de altura. As grandes ondas de maremoto, semelhantes a colinas negras quando avistadas no horizonte, rebentaram sobre as costas de Java e Sumatra, varrendo cidades inteiras do mapa e matando 40 000 pessoas. Os segmentos que atravessaram os canais e atingiram o mar alto continuaram a sua propagação em volta do mundo. As ondas tinham ainda l m de altura quando chegaram às praias de Ceilão, actual Sri Lanka, onde afogaram uma pessoa, a sua derradeira baixa. 32 horas após a explosão, rolavam no porto de Le Havre, França, reduzidas por fim a ondulações com l cm de altura. As erupções lançaram para o ar mais de 18 quilómetros cúbicos de rocha e outros materiais. A maior parte desta tefra, como é conhecida pelos geólogos, rapidamente se precipitou para a superfície, mas um resíduo de aerosol de ácido sulfúrico e poeira subiu a uma altitude de 50 km e difundiu-se através da estratosfera em volta do mundo, onde, durante vários anos, criou brilhantes crepúsculos vermelhos e «anéis de Bishop», coroas opalescentes que circundavam o Sol. Em Krakatau o cenário era apocalíptico. Ao longo das horas do dia, o mundo inteiro parecia estar prestes a acabar para os que estavam suficientemente próximos para testemunhar as explosões. No momento climático, 10 horas e 2 minutos, o navio norte-americano W. H. Besse dirigia-se para os estreitos a 84 km a és-nordeste de Krakatau. Nas semanas seguintes, o estreito de Sunda regressou a uma aparente normalidade, mas tinha uma geografia diferente. O centro de Krakatau fora substituído por uma cratera submarina com 7 km de largura e 270 m de profundidade. Um único vestígio do extremo sul da ilha emergia do mar. Estava coberto por uma camada de pedra-pomes de obsidiana porosa, com mais de 40 m de espessura, a uma temperatura entre 300°C e 850°C, sendo esta última suficiente para provocar a fusão do chumbo. Todos os traços de vida tinham, como é evidente, sido extintos.

Adaptado de “A Diversidade da Vida” Wilson.E.O (Gradiva)

 

 

 

 

 

 

22 respostas a Krakatau

  1. nº 6 diz:

    O Krakatoa era um vulcão localizado numa zona de subducção das fronteiras das placas litosféricas Eurasiática e Australiana.
    No dia 22 de Outubro de 1883 o enorme vulcão iniciou a sua actividade que acabara num final catastrófico. Os primeiros sinais que ocorreram antes de o vulcão entrar em erupção foram os sismos, e a partir daí tudo se iniciou com grandes escuadas de lava que tinham sido libertadas e com enormes nuvens ardentes (a elevadas temperaturas) que destruíram tudo por onde passaram. O magma que restava do vulcão juntou-se com um magma ainda mais quente, e isto foi o que provocou a explosão do cone vulcânico. As cidades de Java e Sumatra foram atingidas por violentos tsunamis que mataram milhares de pessoas e arrasaram por completo as cidades.
    Depois de esta enorme erupção, a ilha foi completamente destruída…. actualmente tem se vindo formar um novo vulcão (anak krakatau), filho de krakatoa, e que tem vindo a ser muito observado e estudado para que não ocorra uma enorme erupção igual à do seu pai.

  2. Nº23 diz:

    Krakatoa é basicamente uma ilha vulcânica. Fica localizada na Indonésia, mais precisamente no estreito de sonda, entre as ilhas de Sumatra e Java.
    Este vulcão esteve activo no ano de 1883 e as suas consequências foram devastadoras.
    Este vulcão casou uma nuvem cinzenta que cobriu o sol durante dias. Os piro claustros atingiram mais ou menos 30 quilómetros de distancia. Contudo não e só, provocou milhares de mortos e devastou as áreas onde tive impacto. Provocou varias sismo por tudo mundo e o som da sua explosão ouve-se em quase todo o mundo.
    Krakatoa neste momento não tem actividade geologia mas, contudo existiu o “nascimento” do seu “filho”. Dá-se o nome de Awak –krakatau. Pelo visto, devido ao tipo de lado vai seguir as pisadas do pai, logo, quando explodir vai ter um resultado catastrófico.

  3. nº 17 diz:

    Em 1883 os habitantes de uma aldeia separada por cerca de 20km de água julgavam-se seguros, quando um poderoso vulcão denominado por krakatoa entrou em erupção, uma das maiores de que há memória.
    Como consequência desta erupção que provocou, não só a destruição da ilha de Krakatoa, como o som mais volumoso de que há registos, e também, talvez o pior dado possível, as 36 mil morte registadas. Esta erupção foi do tipo explosivo, e para se ter a ideia da velocidade com que os processo decorrem, um novo vulcão também ele enorme, já substituiu o Krakatoa, chamando-se por vulcão filho, Anak Krakatau.
    Os cientistas estão agora muito atentos a qualquer possibilidade de uma erupção do género.

  4. nº 24 diz:

    O Krakatoa foi um vulcão que se localizava numa zona de subducção das fronteiras das placas litosféricas Eurasiática e Australiana, num local denominado estreito de Sundra que se situa entre as ilhas de Java e Sumatra.
    No dia 26 e 27 de Agosto o Krakatoa começa a sua actividade e o primeiro indício dessa actividade foi os pequenos terramotos que açularam a ilha.
    As escoadas de lava muito viscosas e a grande nuvem ardente (típicas de erupções explosivas) resultantes da erupção arrasavam tudo por onde passavam.
    O magma já existente e rico em gases juntou-se com o magma mais quente proveniente do núcleo e originou a explosão do cone vulcânico, esta explosão deu resultado a imensos tsunamis que abalaram as cidades de Java e Sumatra e causaram a morte de muitas pessoas (cerca de 30 000).
    Da erupção do vulcão resultou a destruição da ilha e toda a vida existente nela despareceu.

  5. nº 19 diz:

    Krakatau foi um vulcão situada na zona de subducção da fronteira entre as placas australiana e eurasiática, no local conhecido como estreito de Sunda, Indonésia.
    Na manhã de 27 de Agosto de 1883 começou a sua actividade que veio a ter um fim catastrófico. O primeiro indício foi o aumento da ocorrência de sismos na zona e a partir daí tudo se começou a desenrolar.
    Escoadas de lava muito viscosa (típica do vulcanismo explosivo) foram derramadas pelas encostas, e grandes nuvens ardentes arrasaram tudo à sua passagem.
    Apenas uma parte do magma tinha sido esvaziado da câmara e quando um magma mais quente se uniu ao que restava câmara magmática originou uma explosão do cone vulcânico, libertando também enorme coluna de piroclástos.
    Devido a este acontecimento, um terço da ilha desapareceu e um tsunami que alcançou as costas de Java e Somatra.
    Muitas pessoas morreram devido as ondas gigantes e aos gases do vulcão, além disso, toda a vida na ilha de Krakatau desapareceu.

  6. No livro de O Wilson existe toda uma explicação da vida que surgiu nesta nova ilha.

  7. Orlando Rodrigues diz:

    Já li sobre esta catastrofe em várias fontes. O que eu procuro na realidade, é uma matéria que fala dessa ilha que emergiu, e há várias espécies de vida animal e vegetal, assim como marítima. Houve uma reportagem na televisão, só que eswtava no fim da matéria e não pude conhecer toda a história. Se puder me ajudar, agradeço muito. Or5lando SJ

  8. paulo maria valentim diz:

    GOSTARIA DE OBTER MAIS INFORMAÇÕES

  9. nº 6 nº 21 diz:

    No dia 27 de Agosto de 1883, deu-se uma catastrofe que destruiu a ilha de Krakatau, catástrofe esta imensamente grave provocada por uma erupção vulcânica. Este acontecimento teve influência nos vários subsistemas e ao longo deste texto podemos confirmar isso. A primeira referência que este texto nos indica sobre a interação dos subsistemas é quando nos fala do som emitido depois da explusão vulcânica, de grande imensão, o mar cobria a caldeira formada, aqui podemos afirmar que encontramos a interação da Geologia com a Hidrosfera. De seguida fala-nos de uma coluna de magma, rochas e cinzas que se elevaram a 5 Km no ar, caindo depois no mar provocando ondas de maremotos que por sua vez destruíram cidades inteiras e mataram 40 000 pessoas, que relaciona-mos a interação da Hidrosfera com a Biosfera. Por fim encontro a relãção entre a Geosfera e a Atmosfera, quando nos indica que a erupção lançou vários materiais, entre os quais cúbicos de rochas para o ar. Foi sem duvida uma catastrofe prejudicial em todos os aspectos, a nìvel da biosfera foi muito grave pois a vida, naquela ilha ficaria completamente extinta. E apara além disso, Krakatau fora substituida por uma cratera submarina.

  10. nº7 nº10 nº24 diz:

    Este texto refere-se a uma sucessão de erupções vulcanicas que originaram o desaparecimento da ilha Krakatau, esse acontecimento decorreu durante 22 horas. Teve um impacto extraordinário no ambiente, o equivalente a 100-150 toneladas de TNT, destruindo a ilha e afectando os diversos sub-sistemas.
    por exemplo: os seres vivos que existiam na ilha foram afectados e o som libertado pelas erupções foi ouvido no outro lado do mundo – interacção geosfera-biosfera. Uma coluna de magma, rochas e cinzas elevou-se a 5km no ar, lançando para a Atmosfera mais de 18 km cúbicos de rocha e outros materiais – interacção gesfera-atmosfera – provocando um enorme marmoto – interacção geosfera-hidosfera.

  11. nº19, nº23 diz:

    Na manhã de 27 de Agosto de 1883, Krakatau uma ilha situada no estreito de Sunda conheceu o seu fim. A ilha foi desintegrada por uma série de potentes erupcões vulcânicas, fenómeno catastrófico da geoesfera.
    Esta erupção vulcânica, como muitas outras, teve inúmeros danos nos subsistemas terrestres como a hidrosfera, a atmosfera e principalmente a biosfera. No inicio foram emitidos sons por todo o planeta. À medida que a ilha se ia afundando o mar apressou-se a cobrir a caldeira que se estava a formar, ocorrendo uma reacção entre a Geoesfera e a Hidrosfera.
    Ondas com 40 metros de altura rebentaram sobre as costas de Java e Sumatra, destruindo cidades inteiras e acabando com a vida a mais de 40 mil pessoas, onde ocorreu uma reacção da hidrosfera com a biosfera. Porém os segmentos continuaram a sua propagação, levando a que as ondas ainda tivessem um metro de altura quando atingiram as praias de Celião acabando ainda com uma vida.
    Estas violentas erupções lançaram para a atmosfera mais de dezoito quilómetros cúbicos de rochas e outros materiais, numa interacção ente a geosfera e a atmosfera.
    Por fim o estreito de Sunda passou a ter uma geografia diferente, assim com a ilha de Krakatau tinha sido substituída por uma cratera submarina, ocorrendo em parte uma reacção entre a hidrosfera e a geosfera.
    Esta catástrofe arrasadora modificou substancialmente todos os subsistemas terrestres, mas o mais significativo foi a interacção desta catástrofe geologica com a biosfera onde milhares de seres vivos morreram.
    Este texto mostra com todos os subsistemas terrestres estão interligados e qualquer falha num poderá comprometer os outros.
    Estes fenómenos catastróficos não poderão ser impedidos devido a dinâmica interior do planeta mas muito possivelmente com o avanço da geologia poderão ser antecipados a fim de poupar milhares de vidas.

  12. nº3 e nº20 diz:

    Krakatau era uma ilha, que teve um fim catastrófico a 27 de Agosto de 1883. Esta ilha desapareceu após uma série de violentas erupções vulcânicas.
    A ocorrência da explosão mais potente transmitiu um som audível a mais de 5000km, seguindo-se a precipitação do mar para encher a caldeira formada na câmara subterrânea aberta pelas erupções. Devido a estas várias explosões vulcânicas, vários tsunamis ocorreram em diferentes pontos do planeta.
    Este fenómeno causou diversas mortes, a diversos níveis, incluindo a extinção de todos os seres vivos, animais e vegetais, de toda a ilha.
    Mas, o desaparecimento da ilha e mortes não foram as únicas consequências desta catástrofe: todos os subsistemas da Terra sofreram alterações na sua própria maneira. A Terra foi geograficamente alterada, já que a ilha foi substituída por uma cratera submarina; a atmosfera foi alterada quando os seus componentes se misturaram com os gases provenientes das explosões; na hidrosfera, as alterações foram visíveis, uma vez que, tal como na atmosfera, os componentes oriundos das explosões se misturaram no mar; e por fim, na biosfera, como já tínhamos referido houve a extinção de todos os seres da ilha.

  13. Nº2 e nº13 diz:

    A ilha de Krakatau, localizada no estreito de Sonda, entre as ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia, reduziu para um terço de seu tamanho, quando um vulcão supostamente extinto entrou em erupção no dia 27 de Agosto de 1883. A sucessão de erupções e explosões durou 22 horas. Outros vulcões já haviam explodido antes, mas a erupção do Krakatau teve uma dimensão inédita e até hoje não igualada. A explosão não destruiu apenas a montanha que formava o vulcão: ela riscou do mapa a própria ilha onde a montanha estava situada.
    Tal catástrofe desencadeou variados efeitos a todos os níveis. Em primeiro lugar, a própria geografia da ilha foi profundamente alterada, tendo esta ficado cingida a um terço da porção de ilha existente antes da erupção. Houve ainda uma interacção da geosfera com a atmosfera, já que os gases e piroclastos expelidos durante a erupção rapidamente perturbaram o equilíbrio da atmosfera. De facto, mesmo após três anos, um véu de resíduos vulcânicos permanecia ainda no ar. Verificou-se também uma relação geosfera-hidrosfera com a formação de um tsunami, que causou ainda mais mortes que a própria erupção vulcânica. A biosfera foi também muito afectada. Todas as formas de vida animal e vegetal foram destruídas, e os efeitos devastadores que se seguiram a esta catástrofe afectaram países em todo o planeta.
    É de salientar ainda a sua ligação com a corrente de pensamento neocatastrofista.

  14. Nº26 e nº27 diz:

    A 27 de Agosto de 1883, deram-se várias erupções vulcânicas na ilha de Krakatau o que provocou a sua desintegração.
    Esta catástrofe provocou várias consequências quer a nivel biológico quer a nivel ambiental.
    Quando ocorreram as erupções, o som causado deu a volta ao mundo, gerando uma relação atmosfera – biosfera. Por sua vez, o mar avançou sobre a caldeira formada pela explosão tendo assim uma relação hidrosfera – geosfera.
    Uma coluna de magma, rochas e cinza elevou-se 5 km no ar, provocando quando desceu grandes ondas originando um maremoto. Desvastou as cidades e matou imensas pessoas, relação hidrosfera – biosfera. As ondas gigantes percorreram todo o mundo matando uma pessoa no Ceilão. Ocorreu tambem uma relação geosfera – atmosfera, criada pelos gases lançados para o ar pelas erupções, afectando outros locais.
    O pior desta catástrofe foi a destruição de vários habitats.

  15. Nº18 diz:

    Como referido no texto em cima, Krakatau, também erradamente designado de Krakatoa, desapareceu da face da Terra, numa manhã de segunda-feira, 27 de Agosto de 1883, estando na origem erupções do tipo explosivo que deflagraram pela ilha desintegrando-a por completo, tendo a maior delas todas ocorrido às 20 horas e 2 minutos, a qual teve uma força de 100-150 mega toneladas de TNT, lançando uma onda de impacto que se propagou à volta do mundo. Uma coluna de magma, rochas e cinzas elevou-se a 5km no ar, lançando para a Atmosfera mais de 18 km cúbicos de rocha e outros materiais.
    Os efeitos sentidos pelo vulcão afectaram a biosfera, ao serem extintas todas as formas de vida presentes na ilha, assim como 40 mil pessoas presentes nas costas de Java e de Sumatra. A geosfera, ao ser destruída a ilha, ao ser alterada a geografia do Estreito de Sunda e a composição da estratosfera por todo o mundo. E também a atmosfera, misturando-se as cinzas com a sua composição, o que irá provocar alterações mais tardias, e a breve escuridão das zonas circundantes, causadas pela mistura das cinzas com a atmosfera.

  16. nº4 e nº8 diz:

    As erupções vulcânicas, fenómenos geológicos naturais, têm tanto de espectacular como de destrutivas, sendo uma forma de manifestação de perturbações do interior da Terra.
    Ao ler esta notícia, verificamos que a erupção do vulcão na ilha Krakatau teve efeitos devastadores a vários níveis. Ao nível humano, pois provocou a morte de dezenas de milhar de pessoas, ao nível ambiental, afectando a fauna e flora de forma extrema, e a nível geográfico pois o centro de Krakatau foi substituído por uma cratera marinha.
    É de salientar que esses efeitos terríficos não se cingiram à região onde ocorreu a erupção, mas que se estenderam a vários pontos do planeta com maior ou menor amplitude: veja-se o caso das ilhas Java e Sumatra onde morreram 400.000 pessoas em função de um maremoto gerado pela gigantesca erupção.
    Entrando no domínio do raciocínio geológico, uma coisa será de concluir: este fenómeno não tem cabimento no “Principio do Gradualismo”, dado o seu carácter violento inesperado, coincide melhor na corrente de pensamento “Catastrofista”. No entanto, com o avanço que irá ter a a geologia todas estas teorias estão susceptíveis de ser alteradas.

  17. n.º4 e n.º8 diz:

    As erupções vulcânicas, fenómenos geológicos naturais, têm tanto de espectacular como de destrutivas, sendo uma forma de manifestação de perturbações do interior da Terra.
    Ao ler esta notícia, verificamos que a erupção do vulcão na ilha Krakatau teve efeitos devastadores a vários níveis. Ao nível humano, pois provocou a morte de dezenas de milhar de pessoas, ao nível ambiental, afectando a fauna e flora de forma extrema, e a nível geográfico pois o centro de Krakatau foi substituído por uma cratera marinha.
    É de salientar que esses efeitos terríficos não se cingiram à região onde ocorreu a erupção, mas que se estenderam a vários pontos do planeta com maior ou menor amplitude: veja-se o caso das ilhas Java e Sumatra onde morreram 400.000 pessoas em função de um maremoto gerado pela gigantesca erupção.
    Entrando no domínio do raciocínio geológico, uma coisa será de concluir: este fenómeno não tem cabimento no “Principio do Gradualismo”, dado o seu carácter violento inesperado, coincide melhor na corrente de pensamento “Catastrofista”. No entanto, com o avanço que irá ter a a geologia todas estas teorias estão susceptíveis de ser alteradas.

  18. n.º4 e n.º8 diz:

    As erupções vulcânicas, fenómenos geológicos naturais, têm tanto de espectacular como de destrutivas, sendo uma forma de manifestação de perturbações do interior da Terra.
    Ao ler esta notícia, verificamos que a erupção do vulcão na ilha Krakatau teve efeitos devastadores a vários níveis. Ao nível humano, pois provocou a morte de dezenas de milhar de pessoas, ao nível ambiental, afectando a fauna e flora de forma extrema, e a nível geográfico pois o centro de Krakatau foi substituído por uma cratera marinha.
    É de salientar que esses efeitos terríficos não se cingiram à região onde ocorreu a erupção, mas que se estenderam a vários pontos do planeta com maior ou menor amplitude: veja-se o caso das ilhas Java e Sumatra onde morreram 400.000 pessoas em função de um maremoto gerado pela gigantesca erupção.
    Entrando no domínio do raciocínio geológico, uma coisa será de concluir: este fenómeno não tem cabimento no “Principio do Gradualismo”, dado o seu carácter violento inesperado, coincide melhor na corrente de pensamento “Catastrofista”. No entanto, com o avanço que irá ter a a geologia todas estas teorias estão susceptíveis de ser alteradas.

  19. nº14,nº15,nº25 diz:

    Krakatau é o perfeito exemplo da interacção dos diferentes subsistemas.
    Tal como pudemos verificar no texto, a geosfera e a biosfera foram implicadas na catástrofe, pois devido aos efeitos da erupção a vida existente nas proximidades do vulcão foi totalmente dizimada, dado que a ilha foi parcialmente imersa e a que permaneceu ao nível do mar foi coberta por resíduos consequentes da actividade vulcânica, nomeadamente, pedra-pomes e obsidiana porosa que no seu todo se elevavam a quarenta metros de altitude, estando estes situados numa cratera resultante do colapso pós-erupção.
    Quanto à geosfera e hidrosfera, concluímos que depois desta enorme explosão formou-se uma onda gigante, como consequência do abate do cone vulcânico, que como acima referimos resultou numa caldeira à qual o mar se precipitou a encher. Não obstante, uma coluna de magma, rochas e cinza, elevou-se até 5km e, aquando do seu regresso ao nível do mar, formou-se a já referida onda, que contava com uma massa e energia tão densa que foi capaz de matar 40 000 pessoas á sua passagem por Java e Sumatra e, quando chegou ao actual Sri Lanka, as suas ondas ainda possuíam energia para se levantarem até um metro.
    Já da interacção da geosfera e atmosfera, obtemos um recorde pois o Krakatau emitiu um som que viajou por 4600km, até á Ilha Rodriguez.
    Estratosfera- Geosfera: Foram lançados gases, mais propriamente aerosol de ácido sulfúrico para a estratosfera , que subiram aos 50km e se difundiram, espalhando-se e demonstrando os seus efeitos durante vários anos, através dos chamados Anéis de Bishop, entre outros.
    Com o desastre, podemos afirmar que a Natureza tem um poder enorme de se regenerar, mesmo isso implicando a extinção parcial de algumas espécies e, apesar de tudo, a erupção do Krakatau é certamente um facto admirável.

  20. nº16, nº1 diz:

    Este texto fala-nos de uma catástrofe, nomeadamente a de Krakatau, uma ilha que teve o seu fim após uma catástrofe a 27 de Agosto de 1883.
    Tendo sido esse desastre de tal maneira grande, é normal que por consequência tenham emergido outros tantos acontecimentos, igualmente dramáticos. Desses, salientarei alguns para dar exemplos de interacções entre os diferentes subsistemas.
    Para começar, quando se deu a explosão, foram emitidos sons a grandes distâncias. Depois, o mar lançou-se, com o objectivo de cobrir a caldeira formada pela abertura subterrânea e aí considero uma relação hidrosfera-geosfera. Uma referida coluna de magma, rochas e cinza eleva-se no mar e cai mais tarde, arremessando uma onda de gigantes dimensões que fez com que houvesse a total destruição de cidades e a morte de uma imensidão de pessoas e aí temos uma relação hidrosfera-biosfera, assim como a morte daquela pessoa nas praias de Ceilão. As erupções fizeram também com que fossem projectados para o ar diversos materiais, que se espalhou por todo o mundo, onde refiro uma interacção geosfera-atmosfera.
    Porém creio que a interacção mais relevante neste acontecimento tenha sido mesmo a da geosfera-biosfera, visto que esta catástrofe provocou, particularmente a morte de muitas vidas, a todos os níveis.

  21. Nº17 diz:

    Quando Krakatau entrou em erupção , o mundo , em certos locais mudou ao nível dos subsistemas , e a melhor maneira de relembrar as ocorrências é dando alguns exemplos.
    Após a violenta explosão(que ocorreu na segunda-feira dia 27 do mês de Agosto do ano de 1883 pelas 10horas e 2 minutos) o barulho soou em todo o mundo aqui temos uma relação atmosfera – biosfera , o som foi ouvido pelos seres habitantes do planeta.
    O mar afundou a caldeira formada pela explosão , temos um exemplo de hidrosfera-geosfera.E ao caírem os piroclastos que se ergueram a 5 Km na vertical provocou um maremoto,o qual teve consequências nos subsistemas da geosfera-hidrosfera-atmosfera-biosfera visto que, a geosfera lançou parte da sua massa para o ar , a qual foi poluída por gases tóxicos , as ilhas ficaram com uma nova geografia pois o maremoto encarregou-se de levar parte destas, bem como os habitantes das redondezas que morreram incenerados.
    Resumindo o zonas mais próximas deste vulcão ficaram inabitadas por algum tempo visto as condições adversas a que este território ficou sujeito.

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