<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Blacksmoker &#187; &#8220;Vulcanismo&#8221;</title>
	<atom:link href="http://blacksmoker.wordpress.com/tag/vulcanismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blacksmoker.wordpress.com</link>
	<description>Just another WordPress.com weblog</description>
	<lastBuildDate>Thu, 24 Dec 2009 15:06:09 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<cloud domain='blacksmoker.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://www.gravatar.com/blavatar/282681c3582ce86b353274a728a5226e?s=96&#038;d=http://s.wordpress.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Blacksmoker &#187; &#8220;Vulcanismo&#8221;</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://blacksmoker.wordpress.com/osd.xml" title="Blacksmoker" />
		<item>
		<title>Mina de S. Domingos</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/11/01/mina-de-s-domingos/</link>
		<comments>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/11/01/mina-de-s-domingos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 14:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA["Fontes Hidrotermais"]]></category>
		<category><![CDATA["Vulcanismo"]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[S. Domingos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blacksmoker.wordpress.com/?p=857</guid>
		<description><![CDATA[A mina de S. Domingos constitui uma das explorações mineiras portuguesas de maior interesse fruto da actividade extractiva aqui desenvolvida entre 1857 e 1966. A mina localiza-se no
concelho de Mértola e no sector norte da Faixa Piritosa Ibérica (FPI), próximo da fronteira lusoespanhola. O jazigo de S. Domingos é um depósito de sulfuretos maciços polimetálicos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=857&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" src="http://farm4.static.flickr.com/3410/3308887844_e455a0cbb6.jpg?v=0" alt="" width="210" height="190" />A mina de S. Domingos constitui uma das explorações mineiras portuguesas de maior interesse fruto da actividade extractiva aqui desenvolvida entre 1857 e 1966. A mina localiza-se no<br />
concelho de Mértola e no sector norte da Faixa Piritosa Ibérica (FPI), próximo da fronteira lusoespanhola. O jazigo de S. Domingos é um depósito de sulfuretos maciços polimetálicos vulcanogénico subaflorante subvertical que foi explorado a céu aberto até cerca de 120m de profundidade e até 420m através de galerias e poços. Os teores médios eram de 1,25% de cobre, 2-3% de zinco e 45-48% de enxofre. Para além da pirite, encontram-se ainda outros minerais como a esfalerite, a calcopirite, a galena, a arsenopirite e sulfossais. A FPI inclui-se na Zona Sul Portuguesa e abrange um território do SW peninsular entre o Baixo Alentejo, o norte do Algarve e a Andaluzia.</p>
<p>A presença de cerca de 90 jazigos de pirite associados ao Complexo Vulcano Sedimentar, de idade Fameniano Sup.-Viseano Sup.,confere-lhe um estatuto de província metalogenética de classe mundial e de região mineira europeia, destacando-se neste contexto a mina de Neves Corvo em exploração, com teores excepcionais de Cu, Sn e Zn. Associado aos jazigos de sulfuretos maciços e de Mn da FPI identifica-se um metamorfismo hidrotermal (precoce em relação ao metamorfismo regional), resultante da circulação convectiva de água do mar através das rochas vulcânicas que sofreram elevada lixiviação e grande troca iónica.</p>
<p>As fontes hidrotermais são constituídas por chaminés que se encontram na zona de separação de placas tectónicas, onde circula a água. O fundo oceânico possui numerosas fissuras, através das quais as águas entram em contacto com rochas quentes, formadas recentemente a partir de magmas. As rochas de temperatura mais elevada localizam-se essencialmente ao longo dos riftes<sup> </sup>oceânicos, que são cadeias montanhosas submari­nas onde se geram continuamente as rochas do fundo do mar.</p>
<p style="text-align:center;"> <img class="aligncenter" src="http://www.uic.edu/classes/bios/bios100/summer2002/blacksmoker.jpg" alt="" width="560" height="420" /></p>
<p>A água desce através das fissuras e atinge temperaturas muito elevadas. Aquecida, sobe e arrasta consigo vários metais das rochas circundantes, formando nascentes ou fontes. Quando emerge no fundo do oceano, o fluído é rico em metais e em torno da abertura deposita um resíduo sólido que forma uma autêntica chaminé. Esta chaminé fumega sem parar, a temperaturas que alcançam os 360 °C, e mantém-se activa durante dezenas de anos, criando condições para o desenvolvimento de um estranho ecossistema. A biomassa aí encontrada é 10 mil a 100 mil vezes superior à dos outros povoamentos existentes à mesma profundidade. É um autêntico oásis de vida, vida esta muito diferente da que se julgava possível.</p>
<p>Nas zonas hidrotermais profundas foram descobertas quase 400 espécies desconheci­das. Na base da cadeia alimentar aparecem bactérias que obtêm a sua energia vital a partir da oxidação de sulfuretos, presentes nos fluidos que emergem das chaminés submarinas. Alimen­tando-se destas bactérias, aparecem vermes e moluscos bivalves gigantescos, com 26 centíme­tros de comprimento. Estranhas espécies de caranguejos e de camarões e outros animais mais complexos surgem no fim da cadeia alimentar.</p>
<p>Um facto curioso é que a maioria das espécies aí existentes apenas sobrevive nesses ambientes, o que levanta muitas questões ainda sem res­posta. Como terá aparecido a Vida nesses locais, à primeira vista tão inóspitos?</p>
<p>Outras regiões submarinas que actualmente são alvo de grande investimento e es­tudo são as zonas de exsudações frias. Nestas zonas, onde em 1997 foram encontrados vermes, acumula-se metano sob a forma de hidrates. Já em 1984, o geólogo Charles Paull, do Monterey Bay Aquarium Research Institute (E.U.A.), descobrira um outro tipo de am­biente extremo nos fundos oceânicos da Califórnia, capaz de fornecer nutrientes para uma vida quimiossintética. Estes ambientes são fontes de metano, onde são libertados fluidos frios com elevadas concentrações de metano e sulfuretos através de camadas de sedimentos no fundo dos oceanos.</p>
<p>As fontes de metano ocorrem nas margens activas e passivas dos continentes, a profundidades entre os 400 e os 8000 metros. Como nas fontes hidrotermais, as comunidades biológicas das fontes de metano são suportadas por bactérias quimiossin-téticas, isto é, bactérias que usam energia química em vez da energia solar requerida pelos seres fotossintéticos. Estas bactérias são encontradas na sua forma livre e em associações simbióticas com invertebrados como vermes tubulares, mexilhões e amêijoas.</p>
<p>A procura de vida em locais que no passado ninguém se atrevia a fazê-lo passou a ter fundamento e a maior credibilidade e, mais do que isso, a interessar inúmeros laborató­rios e empresas em desenvolverem programas de investigação neste domínio. Com efeito, o conhecimento dos mecanismos metabólicos e dos materiais químicos que permitem aos seres extremófilos resistir às condições adversas em que proliferam abre um sem número de vias com elevado valor económico no campo da biotecnologia médica, da biotecnolo­gia alimentar e doutros domínios da actividade económica. Ao mesmo tempo, os resulta­dos dos estudos realizados ao abrigo destes programas vão fornecendo informação valiosa acerca da origem da Vida na Terra, e das suas estratégias adaptativas aos ambientes onde ela prosperou, já que a capacidade de adaptação a alterações ambientais é uma das carac­terísticas mais impressionantes da Vida no nosso planeta. E muita tem sido a informação já obtida durante os últimos trinta anos.</p>
<p>Até recentemente acreditava-se que a Vida só foi possível na Terra quando aqui o am­biente se tornou propício para que tal acontecesse, com uma temperatura e uma atmosfera adequadas. Teriam começado então a proliferar os organismos primitivos, como os líquenes ou as algas, para posteriormente, quando as condições assim o permitissem, virem a apa­recer as bactérias. Era aceite que estas últimas só podiam desenvolver-se dentro de limites ambientais muito estreitos. Para surpresa da comunidade científica, nos últimos anos e após as descobertas efectuadas nas fontes hidrotermais submarinas, foram encontradas bactérias que crescem e vivem noutros habitais com condições extremamente difíceis e nas regiões mais improváveis do planeta.</p>
<p>O surpreendente é que muitos destes microrganismos crescem melhor nestes ambientes, que aos nossos olhos são inóspitos, do que nos chamados &#8220;am­bientes naturais&#8221;. E mais, eles necessitam desta hostilidade para poderem reproduzir-se.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Fontes :</span></strong></p>
<p>Origem da Vida &#8211; Ilda Dias e Hernâni Maia. Escolar Editora.</p>
<p><a href="http://dminas.ist.utl.pt/OG2008/Congresso%20Geotecnia%20(resumos)/Congresso_Actas%20(D)/Volume%203/V3-10.pdf">http://dminas.ist.utl.pt/OG2008/Congresso%20Geotecnia%20(resumos)/Congresso_Actas%20(D)/Volume%203/V3-10.pdf</a></p>
 Tagged: "Fontes Hidrotermais", "Vulcanismo", Geologia, S. Domingos <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blacksmoker.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blacksmoker.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blacksmoker.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blacksmoker.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blacksmoker.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blacksmoker.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blacksmoker.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blacksmoker.wordpress.com/857/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blacksmoker.wordpress.com/857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blacksmoker.wordpress.com/857/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=857&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/11/01/mina-de-s-domingos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/bcbb694be6bc7bd5b305d820bd108995?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blacksmoker</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://farm4.static.flickr.com/3410/3308887844_e455a0cbb6.jpg?v=0" medium="image" />

		<media:content url="http://www.uic.edu/classes/bios/bios100/summer2002/blacksmoker.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Exploração das dorsais emersas &#8211; Parte I</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/10/15/exploracao-das-dorsais-emersas-parte-i/</link>
		<comments>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/10/15/exploracao-das-dorsais-emersas-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 21:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA["Vulcanismo"]]></category>
		<category><![CDATA[Dorsal-média-atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Islândia]]></category>
		<category><![CDATA[Rifte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blacksmoker.wordpress.com/?p=846</guid>
		<description><![CDATA[Existem à superfície do Globo duas regiões emersas atraves­sadas por uma dorsal oceânica: a Islândia e a República de Jibuti.
A Islândia é uma ilha de 103 000 km2 e estrutura geológica essencialmente vulcânica. A sua situação setentrional e a his­tória limitam a vegetação a raras pradarias e alguns silvados, de modo que a estrutura geológica [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=846&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:left;">Existem à superfície do Globo duas regiões emersas atraves­sadas por uma dorsal oceânica: a Islândia e a República de Jibuti.</p>
<p>A Islândia é uma ilha de 103 000 km<sup>2</sup> e estrutura geológica essencialmente vulcânica. A sua situação setentrional e a his­tória limitam a vegetação a raras pradarias e alguns silvados, de modo que a estrutura geológica pode ser observada com faci­lidade: não é, como nos países tropicais, escondida por vege­tação espessa ou por um tapete de laterite.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.geology.neu.edu/field_trips/field_study/images/Iceland_geology_from_2005_Swedish_PhD_field_trip_102108_flattened.jpg" alt="" width="557" height="398" /></p>
<p>Uniformemente, a perder de vista, a paisagem é vulcânica. Na maior parte, trata-se do empilhamento de correntes de lava com espessuras que, por vezes, ultrapassam os 1000 m. Mas estas correntes alter­nam na zona central com verdadeiros vulcões, que criam rele­vos imponentes. Na região norte, não muito longe da cidade de Akureyri, ou na região do lago Myvatn, podemos observar associações de cones vulcânicos de dimensões variadas. O estudo atento destas regiões mostra que os cones se alinham sobre fendas. Na região sul, mais perto de Reiquejavique, encontram-se vulcões extremamente activos, como o Hekla ou o Hemayae, na ilha de Vestmannaeyjar. No centro da ilha a existência de glaciares permanentes dá origem a edifícios vul­cânicos muito específicos: vulcões subglaciares. Como aconteceigualmente sob o mar, as lavas tomam então a forma de almo­fada, sendo, na sua maioria, basálticas.</p>
<p>A cartografia em pormenor realizada pelos geólogos islandeses, pouco numerosos, mas extremamente dinâmicos, reve­lou que o vulcanismo <em>activo </em>actual se reparte por duas bandas, uma oeste-leste, desde a dorsal norte-atlântica de Reykjanes (dorsal onde se detectaram anomalias magnéticas muito peda­gógicas!) até ao glaciar central de Vatnajekull, a outra na direc­ção norte-sul, desde a zona de Mivayten até ao vulcão Hekla, ou mesmo à ilha de Surtsey, a sul. No resto da ilha o vulca­nismo é mais antigo.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.eldey.de/English/geology/geologie_islands_klein_en.jpg" alt="" width="500" height="351" /></p>
<p>Quando se examina minuciosamente a zona activa, verifica-se que é formada por um vale central limitado por falhas nor­mais, desenhando estruturas de extensão típicas. Mais precisa­mente, um estudo recente mostrou que existe comunicação entre aparelhos vulcânicos de formas cónicas e correntes fissurais de lava. O vulcão aparenta alimentar injecções laterais que alcan­çam ou não a superfície. Em resumo, o vulcão será o cone for­necedor, enquanto as lavas serão os excessos evacuados sobre os lados. Tal é a actividade que se observa perto do vulcão Krafla.</p>
<p>No vale central não se detecta uma única fenda por onde a lava subiria continuamente, afastando os bordos, como seria sugerido por uma visão plaquista. As relações entre aparelhos vulcânicos e correntes de lava são extremamente complexas, instalando-se cada novo aparelho mais ou menos ao acaso. O vale central, com 10 km de largura, parece servir de zona fron­teiriça entre placas. A fronteira exacta no interior desta zona é muito mais difícil de determinar.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.instablogsimages.com/images/2007/07/27/rift-valley-formation-leads-to-earthquakes_5106.jpg" alt="" width="440" height="307" /></p>
<p>No exterior do vale os relevos acentuam-se e a idade das rochas aumenta, o que se conforma em absoluto com a ideia que temos da expansão dos fundos oceânicos. Para noroeste, todavia, aparece uma complicação na península de Snaeffelnes, tão cara a Júlio Verne, por se ter podido demonstrar que a actividade vulcânica nesse local era importante há alguns milhões de anos, como se a dorsal médio-oceânica, depois de passar por esta zona, tivesse migrado rapidamente, há cerca de 3 a 5 milhões de anos, para a região de Reiquejavique.</p>
<p>Fonte : A Espuma da Terra &#8211; Claude Allègre</p>
 Tagged: "Vulcanismo", Dorsal-média-atlântica, Geologia, Islândia, Rifte <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blacksmoker.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blacksmoker.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blacksmoker.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blacksmoker.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blacksmoker.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blacksmoker.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blacksmoker.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blacksmoker.wordpress.com/846/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blacksmoker.wordpress.com/846/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blacksmoker.wordpress.com/846/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=846&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/10/15/exploracao-das-dorsais-emersas-parte-i/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/bcbb694be6bc7bd5b305d820bd108995?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blacksmoker</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.geology.neu.edu/field_trips/field_study/images/Iceland_geology_from_2005_Swedish_PhD_field_trip_102108_flattened.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://www.eldey.de/English/geology/geologie_islands_klein_en.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://www.instablogsimages.com/images/2007/07/27/rift-valley-formation-leads-to-earthquakes_5106.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Erupções Submarinas</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/08/28/erupcoes-submarinas/</link>
		<comments>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/08/28/erupcoes-submarinas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 10:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA["Vulcanismo"]]></category>
		<category><![CDATA[Capelinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hialclastitos]]></category>
		<category><![CDATA[Surtsey]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blacksmoker.wordpress.com/?p=811</guid>
		<description><![CDATA[Há livros que marcam a nossa adolescência e geólogos também. O meu gosto pela ciência foi marcado por Carl Sagan e por Haroun Tazieff. Hoje em dia de limpeza encontrei uma cassete VHS com um documentário deste vulcanólogo francês. Fui ligar o velhinho leitor de VHS e deliciei-me a ver as imagens de Tazieff a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=811&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong><em><img class="alignleft" src="http://nautilus.fis.uc.pt/softc/Read_c/europa-america/vulcao.gif" alt="" width="90" height="149" />Há livros que marcam a nossa adolescência e geólogos também. O meu gosto pela ciência foi marcado por Carl Sagan e por Haroun Tazieff. Hoje em dia de limpeza encontrei uma cassete VHS com um documentário deste vulcanólogo francês. Fui ligar o velhinho leitor de VHS e deliciei-me a ver as imagens de Tazieff a dar cabeçadas em piroclastos no Etna. No inicio da minha carreira docente gostava de explorar este vídeo nas aulas de Geologia e de CTV. Depois veio o DVD e lá ficou arrumada esta cassete. Mas o que ali está gravado é um documento importante. Lembrei-me que algures na minha estante deveria ter um pequeno livro oferecido por um outro francês a quando da minha estadia na Ilha de São Miguel. Está velhinho este livro, mas conheço as páginas e sei onde está a informação quando necessito dela. Pode não ser muito atractivo, com fotos a preto e branco, mas o que conta é a natureza da informação correcta que está impressa nestas páginas. Se tivesse de escolher dez livros para colocar numa única prateleira, este tinha lá lugar. É interessante ler relatos de erupções actuais com imagens digitais e reler as erupções descritas por Tazieff. Está lá tudo bem explicado. O texto que se segue é uma descrição maravilhosa (modesta opinião minha) de erupções submarinas, como foi a erupção dos Capelinhos no Faial, ou Surtsey na Islândia. </em></strong></p>
<p>Erupções submarinas</p>
<p>O espectáculo oferecido por uma erupção submarina é grandioso e, mesmo para um vulcanólogo já experimentado mas que ainda não o tenha observado, surpreendente. Evidentemente que não se pode tratar aqui senão de erupções a profundidades relativamente pequenas: para lá de um certo limite, a grande distância entre a cratera e a superfície, bem como a resistência oferecida pela água, impedem os produtos da erupção de atingir a atmosfera, e só uma coloração amarelada do mar denuncia por vezes os dramas que se desenrolam no fundo. A profundidades ainda maiores, a pressão de quilómetros de água torna impossível qualquer manifestação explosiva, não podendo os gases dissolvidos no magma libertar-se da solução. Mas quando os fundos são bastante altos a presença da água, longe de entravar os projécteis, dá-lhes pelo contrário, e paradoxalmente segundo parece, um aumento de energia que impressiona o espectador. Esta energia cinética suplementar provém da transformação quase instantânea, através do vapor produzido à custa da água e da sua explosão, da energia térmica contida na esta nos pequenos fragmentos que são os hialoclastitos. Porque neste caso particular existe explosões de vapor, e há as mesmo em grande quantidade. A diferença em relação às correntes — que não originam vapor «explosível» — é que no caso presente a lava não reveste o solo para não deixar ao contacto com a água senão a sua superfície superior, mas eleva-se em fragmentos idênticos aos produzidos pelas explosões subaéreas comuns; como estes, eles são projectados para cima, mas desta vez no seio da água. Então, ao contrário do que acontece para as correntes submarinas, a face inferior encontra-se como as outras faces em contacto com a água. Aí reside a diferença essencial: enquanto o vapor originado por cima e nos flancos de um fragmento sobe em bolhas de que nada impede a ascensão, aquele que é produzido sob uma porção de lava aí se encontra retido prisioneiro, principalmente quando o fragmento, o que é frequente, tem a forma aproximada de umbela. Sobreaquecido a mil graus, e impossibilitado de se dilatar livremente, o vapor explode e ao suceder isto quebra o fragmento que o mantinha cativo; e isto tanto mais facilmente quanto esta lava é uma escória crivada de bolhas. Por outro lado, Zettwoog pensa que estariam em jogo tensões suplementares determinadas pelas diferenças de pressões e de temperaturas que prevalecem por um lado na face superior, a «proa» do projéctil, e por outro lado na sua «popa».</p>
<p>Assim, graças a este vapor, tornado explosivo porque confinado, uma notável parte do calor contido no fragmento de lava inicial encontra-se transformado em energia cinética. Mas por enquanto o processo não está terminado. Esta explosão de vapor, que quebra os fragmentos primitivos imprimindo aos pedaços uma aceleração acentuada, põe a nu novas superfícies incandescentes; estas desde logo em contacto com a água vaporizam-na e uma segunda geração de explosões rebenta de todos os lados onde este vapor se encontra cativo. Daí nova aceleração, nova quebra em fragmentos mais pequenos, novas superfícies incandescentes postas em contacto com a água e terceira série de explosões de vapor. Por pequena que seja a distância entre a cratera e a superfície do mar, este encadeamento prosseguirá até à pulverização total dos fragmentos iniciais, com transformação da maior parte do seu calor em energia de movimento. E estes pequenos fragmentos, uma vez caídos, empilhados, mais ou menos rapidamente cimentados entre si, originam estas acumulações, por vezes enormes, de <strong>tufos palagoníticos ou hialoclastitos</strong>.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">A primeira vez que me encontrei face a uma erupção submarina</span></strong>, fiquei profundamente impressionado pelo que a sua força tinha de silencioso. Há uma dezena de anos que me vinha familiarizando com os vulcões em actividade, visitara grande número deles e estudara alguns. Mas esta erupção diferia das outras, principalmente pelo seu silêncio. O tumulto habitual constituído por estoiros, por sussurros, por silvos, por «marradas de carneiro», por uivos, por abalos surdos, por estrondos, por explosões, falta aqui curiosamente.</p>
<p>Era necessário aproximar-se da cratera para perceber, mais aliás através da planta dos pés que por ouvido, uma circulação profunda, de muito baixa frequência, e que mal se ouvia, mas cuja origem fundamental, instintivamente sentida, provocava uma inquietude surda mais angustiante a longo prazo do que os tumultos dos paroxismos ordinários. Esta ausência de barulho era devida simplesmente à espessura da camada de água, suficiente para o abafar, e através do solo insular que tinha emergido sob a acumulação das escórias e das cinzas apenas passava o estrondo abafado das pesadas ressacas de magma desencadeadas nas cavernas do vulcão. Este silêncio fora do comum surpreendia ainda mais pelo facto de se associar a erupções cuja forca, também fora do comum, se manifestava pela velocidade e pela massa das matérias, ininterruptamente propulsionadas para o céu. O espectador habituado às incandescências ruidosas das erupções ordinárias achava paradoxal esta matéria vulcânica negra. Ela rebentava em jactos enormes e sinistramente obscuros, sem quase retomar fôlego, à superfície fervente do mar, e em dez a vinte segundos atingia mais de mil metros de altitude. Durante momentos estas investidas sucediam-se em cadência enlouquecedora, uma centena ou por vezes duas por minuto, muitas delas frequentemente si-multâneas . Um instante depois de se ter erguido o feixe escuro, ainda todo lançado para o céu, salpicava-se de manchas de um branco surpreendente; estas manchas logo se dilatavam em volutas, vapor demasiado quente de início para ser visível, e que presentemente se condensava. Daqui e dali uma bomba derramava-se para fora do feixe que parecia maciço e, ponto mais negro neste quadro sinistro, deslocava atrás dela, tal como um foguetão, um rasto branco de vapor. Uma torre colossal, de 300 m de diâmetro e de um quilómetro de altura, fantasticamente móvel, amontoava-se assim, torcida de volutas em turbilhão, rasgada por repuxos renovados sem cessar, fendida por explosões simultâneas derramadas como os dedos estendidos de uma mão imaginária.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_q-ZQ-coZYVI/ScLxRDzGe0I/AAAAAAAAC4E/bmB6RLHWeLE/s400/tonga+vulcano.jpg" alt="" width="400" height="277" /></p>
<p><em>&#8230;dedos estendidos de uma mão imaginária.. (Tonga, 2009)</em></p>
<p>Levantado pelo vento estendia-se um véu de cinzas finas, imenso e escuro, para além do horizonte. Um dia soubemos que os navios que passavam a 250 km ao largo se cobriam de um pó castanho, perante a surpresa inquieta da tripulação&#8230; . A velocidade e a altura anormais atingidas pelos produtos expelidos, cuja aparência negra provinha simplesmente da sua imersão na água do mar, resul¬tavam da energia cinética adquirida, graças às explosões de vapor, à custa do calor da lava. Os longo períodos em que as explosões se sucediam ao ritmo alucinante de várias por segundo e se sobrepunham umas às outras eram aqueles em que a actividade explosiva do magma lançava os seus fragmentos incandescentes à razão de uma vintena ou de uma trintena de explosões por minuto; cada um destes lançamentos através da água que enchia a cratera era imediatamente seguido de séries quase ininterruptas de explosões de vapor. Durante as primeiras semanas de erupção, quando as «bocas» se encontravam a cento e cinquenta ou duzentos metros abaixo do nível do mar, só as poeiras relativamente finas se erguiam acima da <img class="alignleft" src="http://novafloresta.no.sapo.pt/2007/Capelinhos6.jpg" alt="" width="270" height="434" />superfície marinha. Elas cobriram toda a ilha do Faial de um pó de ocre escuro. Mas a profundidade das fendas eruptivas decrescia sob estas avalanches ininterruptas que as cercavam de um declive cuja altura aumentava ao ritmo das quedas e em breve emergiu uma ilha com forma de ferradura no interior da qual o mar se arremessava furiosamente Para logo daí ser expulso com ímpeto. Com a continuação, as cinzas acumularam-se até formar um istmo com um quilómetro de comprimento, e a ilha, <strong>ligada ao Faial, tornou-se península</strong>.</p>
<p>À medida que as bocas se aproximavam assim da superfície, os fragmentos cada vez maiores misturavam-se com as cinzas finas, pela simples razão de que a espessura da água tornada insuficiente não deixava mais às séries de explosões de vapor que se sucediam a cada explosão magmática o tempo de reduzir a pó os fragmentos mais volumosos. As duas extremidades da ferradura emersa que desenhava a beira da cratera, cujo fundo continuava submerso, aproximaram-se então a pouco e pouco e um belo dia uniram-se, isolando a cratera do oceano. Imediata-mente o aspecto da erupção mudou completamente, isto é, tornou-se «normal»: estrondo, incandescências e escórias em lugar de silêncio, cinzas e pó.</p>
<p><a href="http://www.photoshop.com/accounts/6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/assets/24f50850cd8f4781b4192df69f166653">Poster da evolução da erupção dos Capelinhos (National Geographic)</a></p>
<p>Uma sucessão de acontecimentos idênticos marcou cinco anos mais tarde a bela erupção de Surtsey, levantada do oceano ao largo da costa meridional da Islândia, erupção para a qual me tinha convidado Sigurdur Thorarinsson, primeiro vulcanólogo desta ilha de gelo e de fogo. Quando o vento soprava para terra, os hialoclastitos produzidos por esta erupção submarina iam depositar-se sobre as fomidáveis formações de hialoclastitos de origem sub-glaciária que recobrem vastas regiões da Islândia, onde se lhes chama möberg ou tufos palagoníticos (os palagonitos são misturas variadas de minerais hidratados do tipo das argilas — montmorilonites, zeólitos— que, em meio aquoso, se formam nos vidros vulcânicos).</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://curioweb.is/webs/icelandtoday.is/modules/files/file_group_5/culture/geography2.jpg" alt="" width="300" height="305" /></p>
 Tagged: "Vulcanismo", Capelinhos, Geologia, Hialclastitos, Surtsey, Vulcões <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blacksmoker.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blacksmoker.wordpress.com/811/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blacksmoker.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blacksmoker.wordpress.com/811/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blacksmoker.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blacksmoker.wordpress.com/811/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blacksmoker.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blacksmoker.wordpress.com/811/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blacksmoker.wordpress.com/811/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blacksmoker.wordpress.com/811/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=811&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/08/28/erupcoes-submarinas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/bcbb694be6bc7bd5b305d820bd108995?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blacksmoker</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://nautilus.fis.uc.pt/softc/Read_c/europa-america/vulcao.gif" medium="image" />

		<media:content url="http://3.bp.blogspot.com/_q-ZQ-coZYVI/ScLxRDzGe0I/AAAAAAAAC4E/bmB6RLHWeLE/s400/tonga+vulcano.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://novafloresta.no.sapo.pt/2007/Capelinhos6.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://curioweb.is/webs/icelandtoday.is/modules/files/file_group_5/culture/geography2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Formação de crosta continental em plumas térmicas</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/08/13/formacao-de-crosta-continental-em-plumas-termicas/</link>
		<comments>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/08/13/formacao-de-crosta-continental-em-plumas-termicas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 09:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA["Vulcanismo"]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Islândia]]></category>
		<category><![CDATA[Landmannalaugap]]></category>
		<category><![CDATA[Riólitos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blacksmoker.wordpress.com/?p=807</guid>
		<description><![CDATA[Umas férias diferentes, rumo ao &#8220;santuário&#8221; da geologia, a Islândia. Foi este o destino de uma minha  colega e amiga. Que inveja saudável! Riólitos na Islândia? Mas então não temos crosta basáltica oceânica? A fusão parcial e as &#8220;mal amadas&#8221; séries de Bowen explicam toda a génese. 
Em Landmannalaugap afloram riólitos multicolores.

Landmannalaugap &#8211; Islândia
Uma explicação de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=807&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Umas férias diferentes, rumo ao &#8220;santuário&#8221; da geologia, a Islândia. Foi este o destino de uma minha  colega e amiga. Que inveja saudável! Riólitos na Islândia? Mas então não temos crosta basáltica oceânica? <strong>A fusão parcial e as &#8220;mal amadas&#8221; séries de Bowen explicam toda a génese. </strong></p>
<p>Em Landmannalaugap afloram riólitos multicolores.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="Riólitos e Basaltos na Islândia"><img class="aligncenter" src="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/319584bbe9564545bddbc05412122abb" alt="" width="500" height="354" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Landmannalaugap &#8211; Islândia</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Uma explicação de como aparecem riólitos em crostas oceânicas.</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/1267d10c64ec4225af388420bd6dece6" alt="" width="631" height="277" /></p>
<p><strong>Para aumenta a imagem, <a href="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/1267d10c64ec4225af388420bd6dece6">clique aqui</a>.</strong></p>
<p>A Islândia encontra-se localizada sobre uma pluma térmica na crista média-atlântica. Pequenos corpos félsicos terão sido formados em zonas profundas da crosta onde o material basáltico é fundido. Em resultado da fusão os magmas félsicos (riolíticos) ascendem à superfície. Alguns dos magmas  riolíticos podem ter resultado do afundamento dos blocos crustais basálticos, com consequente fusão parcial das lavas basálticas.</p>
<p><strong>Nota :</strong> Pode ocorrer formação de &#8220;crosta continental&#8221; nas plumas térmicas. Durante a formação do nosso planeta durante a diferenciação e desgasificação, a crosta inicial poderia ser de natureza basáltica, à medida que ocorrerem processos de fusão parcial foram-se formando pequenas &#8220;jangadas&#8221; de &#8220;crosta continental&#8221;. Os &#8220;magmas ácidos&#8221; foram segregados a partir de rochas basálticas. Na Islândia a minha amiga Manuela assistiu ao processo de formação da crosta na Terra inicial. Foi assim que terão sido formados os protocontinentes. <strong>Bravo, podemos ver o que sucedeu no Proterozóico (ui… quantos milhões de anos estamos a falar??) na Islândia, nos dias de hoje é claro. Princípio das causas actuais.  Ai que inveja!</strong></p>
 Tagged: "Vulcanismo", Geologia, Islândia, Landmannalaugap, Riólitos <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blacksmoker.wordpress.com/807/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blacksmoker.wordpress.com/807/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blacksmoker.wordpress.com/807/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blacksmoker.wordpress.com/807/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blacksmoker.wordpress.com/807/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blacksmoker.wordpress.com/807/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blacksmoker.wordpress.com/807/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blacksmoker.wordpress.com/807/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blacksmoker.wordpress.com/807/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blacksmoker.wordpress.com/807/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=807&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/08/13/formacao-de-crosta-continental-em-plumas-termicas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/bcbb694be6bc7bd5b305d820bd108995?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blacksmoker</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/319584bbe9564545bddbc05412122abb" medium="image" />

		<media:content url="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/1267d10c64ec4225af388420bd6dece6" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Yellowstone &#8211; Beleza Perigosa</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/06/26/yellowstone-beleza-perigosa/</link>
		<comments>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/06/26/yellowstone-beleza-perigosa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 16:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA["Bill Bryson"]]></category>
		<category><![CDATA["Breve História de Quase Tudo"]]></category>
		<category><![CDATA["Earth Mountain"]]></category>
		<category><![CDATA["Vulcanismo"]]></category>
		<category><![CDATA[Caldeira]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hot Spot]]></category>
		<category><![CDATA[Superpluma]]></category>
		<category><![CDATA[Superplumas]]></category>
		<category><![CDATA[Vulcão]]></category>
		<category><![CDATA[Yellowstone]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blacksmoker.wordpress.com/?p=743</guid>
		<description><![CDATA[ 

O Parque Nacional de Yellowstone, o mais antigo parque nacional do mundo, está localizado nos Estados Unidos da América e cobre uma área de 8987 km2. Yellowstone é um ponto quente, com uma pluma de magma que se ergue do manto, penetrando em rochas ácidas. Apesar da actual aparência pacífica da paisagem, Yellowstone sofreu períodos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=743&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blacksmoker.wordpress.com/2009/06/26/yellowstone-beleza-perigosa/"><img src="http://img.youtube.com/vi/UHpLfeFWJ8c/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>O Parque Nacional de Yellowstone, o mais antigo parque nacional do mundo, está localizado nos Estados Unidos da América e cobre uma área de 8987 km2. Yellowstone é um ponto quente, com uma pluma de magma que se ergue do manto, penetrando em rochas ácidas. Apesar da actual aparência pacífica da paisagem, Yellowstone sofreu períodos de violência extrema no último milhão de anos. Esse passado resultou na presença de milhares de fontes termais, fumarolas, géiseres e caldeiras naturais. (Exame de Biologia e Geologia &#8211; 1ªfase /2009 &#8211; GAVE)</p>
<p>&#8221; <em>Nos anos 1960, enquanto estudava a história vulcânica do Yellowstone National Park, Bob Christiansen, da United States Geological Survey, ficou intrigado com algo que, curiosamente, ainda não tinha preocupado ninguém: não conseguia encontrar o vulcão do parque. Sabia-se há muito tempo que Yellowstone tinha natureza vulcânica &#8211; só isso podia explicar todos aqueles géiseres e outras características fumegantes &#8211; e se há coisa que caracterize bem os vulcões, é a sua capacidade de dar nas vistas. Mas Christiansen não conse­guia encontrar o vulcão em lado nenhum. Sobretudo, não conseguia encontrar uma estrutura a que chamamos caldeira.</em></p>
<div><em> </em></div>
<p style="text-align:center;"><em></em></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class=" " src="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/6378c898d1a84a8099dc2e77394a8187" alt="Perfil da caldeira vulcânica" width="420" height="291" /><p class="wp-caption-text">Perfil da caldeira vulcânica</p></div>
<p> <em>A maior parte de nós, quando pensa em vulcões, pensa naqueles de forma cónica tradicional, como o Fuji ou o Kilimanjaro, que surgem quando o magma se acumula numa pilha simétrica. Estas podem formar-se muito rapidamente. Em 1943, em Parícutin, no México, um agricultor ficou espantado ao ver fumo a sair de um determinado sítio nas suas terras. Passada uma semana, era o di­vertido e perplexo proprietário de um cone com 152 metros de altura. Ao fim de dois anos já se elevava a 430 metros, e tinha mais de 800 metros de diâme­tro. No total, devem existir cerca de dez mil destes espalhafatosos vulcões es­palhados pela Terra, estando quase todos extintos, à excepção de umas poucas centenas. Mas existe uma outra espécie de vulcão, menos famosa, sem forma­ção de montanha. São vulcões tão explosivos que podem rebentar de uma só vez, numa única e violenta erupção, deixando atrás de si uma vasta depressão côncava: a caldeira.<strong> Yellowstone pertencia obviamente ao segundo tipo, mas Christiansen não conseguia encontrar a caldeira em sítio nenhum.</strong></em></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><img class="  " src="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/a3b35eb2d10b4a2c9eb115cc66b95de9" alt="Localização e idade (M.a) dos centros vulcânicos" width="504" height="187" /><p class="wp-caption-text">Localização e idade (M.a) dos centros vulcânicos</p></div>
<p><em>Por coincidência, na mesma altura a NASA decidiu testar câmaras de gran­de altitude, tirando fotografias de Yellowstone. Entretanto, um funcionário simpático achou por bem enviar cópias das fotografias às autoridades do pai&#8217; que, pensando que dariam uma bela vista aérea para expor num dos centros de informação aos visitantes. Assim que Christiansen viu as fotografias, percebeu por que não encontrara a caldeira: ela era constituída por quase todo o parque — 9000 quilómetros quadrados. A explosão deixara uma cratera com mais de 65 quilómetros de diâmetro &#8211; grande de mais para ser detectada a partir de qual­quer ponto ao nível do solo. A dada altura do passado, Yellowstone deve ter explodido com uma violência muito superior às escalas conhecidas pelos se­res humanos.</em></p>
<p><em><strong>Yellowstone é, portanto, um supervulcão.</strong></em></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blacksmoker.wordpress.com/2009/06/26/yellowstone-beleza-perigosa/"><img src="http://img.youtube.com/vi/7b8VVgV0wyA/2.jpg" alt="" /></a></span></em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Fica em cima de um enorme ponto quente, um reservatório de rocha fundida que se eleva desde pelo me­nos 200 quilómetros abaixo da Terra até à superfície, formando o que se de­signa por superpluma. O calor do ponto quente é o que produz todas as cha­minés, géiseres, nascentes termais e poças de lama em ebulição de Yellowstone. Abaixo da superfície existe uma câmara de magma com cerca de 90 quilómetros de diâmetro &#8211; mais ou menos as mesmas dimensões do parque &#8211; e cerca de 13 quilómetros de espessura no seu ponto mais espesso. Imagine uma pilha de TNT do tamanho de Rhode Island, com 13 quilómetros de altura, que é a altitude das mais altas nuvens cirros, e terá uma ideia do que se esconde por baixo dos pés de quem visita o Yellowstone. A pressão que uma camada de magma deste ca­libre exerce na crosta que a cobre fez com que Yellowstone e o território cir­cundante se elevassem a cerca de 500 metros acima do ponto onde deveriam normalmente estar. Se rebentasse, o cataclismo seria muito maior do que con­seguimos imaginar. De acordo com o Professor Bill McGuire do University College em Londres, &#8220;não se conseguiria chegar a menos de um raio de mil quilómetros&#8221; enquanto estivesse em erupção. E as consequências que se seguis­sem seriam ainda piores.</p>
<p><a href="Modelo explicativo da formação de mantos basálticos "><img class="aligncenter" src="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/2333f0ec658f44b2a520f32206ddee19" alt="" width="700" height="428" /></a></p>
<p>As superplumas do tipo daquela onde assenta Yellowstone são como os co­pos de martini — finas até acima, mas alargando-se ao chegar à superfície, crian­do taças gigantes de magma instável. Algumas destas taças podem chegar aos 1900 quilómetros de diâmetro. Segundo algumas teorias, aquelas nem sempre irrompem de forma explosiva, alastrando por vezes de forma lenta e contínua, numa espécie de vasta inundação de rocha derretida, como aconteceu em Deccan Traps, na índia, há 65 milhões de anos. <em>(Trap </em>vem de uma palavra sueca que designa este tipo de lava; Deccan é simplesmente o nome de uma área). Esta cobriu uma área de 500 mil quilómetros quadrados, e provavelmente contribuiu para o desaparecimento dos dinossauros — pelo menos, não ajudou — devido às exalações venenosas que se produziram. As superplumas podem também ser responsáveis pelas fendas que causam a quebra dos continentes.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/9dd0483fb91d4487a29a146eef9fbcd9" alt="" width="140" height="197" />Estas plumas não são assim tão raras. Existem cerca de trinta, activas em todo o planeta neste momento, e são elas as responsáveis por muitas das mais famosas ilhas e cadeias de ilhas — Islândia, Havai, Açores, Canárias, as Galápagos, a pequena Pitcairn, no meio do Pacífico Sul, e muitas outras &#8211; mas, à ex­cepção da de Yellowstone, são todas oceânicas. Ninguém faz a mais pequena ideia de como ou porque é que a de Yellowstone foi parar debaixo de uma placa continental. Apenas duas coisas são certas: que a crosta terrestre em Yellow­stone é fina, e que o mundo por baixo dela é quente. Mas se a crosta é fina por causa do ponto quente ou se o ponto quente está lá porque a crosta é fina, isso já é matéria de acalorado debate (perdoem-me o trocadilho). A natureza conti­nental da crosta faz com que as erupções sejam totalmente diferentes. Enquanto os outros supervulcões têm tendência para erupções contínuas e relativamen­te benignas, as de Yellowstone são súbitas e explosivas. Não acontece frequen­temente, mas quando o faz é melhor estar bem longe.&#8221; (Excerto de <strong>Breve História de Quase Tudo &#8211; Bill Bryson</strong>)</p>
<p><strong>Saber mais sobre Yellowstone (E.U.A.) &#8211; </strong><a href="http://www.earthmountainview.com/yellowstone/yellowstone.htm"><strong>http://www.earthmountainview.com/yellowstone/yellowstone.htm</strong></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Ficção</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blacksmoker.wordpress.com/2009/06/26/yellowstone-beleza-perigosa/"><img src="http://img.youtube.com/vi/WoEJTW84d2U/2.jpg" alt="" /></a></span></strong></p>
 Tagged: "Bill Bryson", "Breve História de Quase Tudo", "Earth Mountain", "Vulcanismo", Caldeira, Geologia, Hot Spot, Superpluma, Superplumas, Vulcão, Yellowstone <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blacksmoker.wordpress.com/743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blacksmoker.wordpress.com/743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blacksmoker.wordpress.com/743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blacksmoker.wordpress.com/743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blacksmoker.wordpress.com/743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blacksmoker.wordpress.com/743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blacksmoker.wordpress.com/743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blacksmoker.wordpress.com/743/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blacksmoker.wordpress.com/743/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blacksmoker.wordpress.com/743/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=743&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blacksmoker.wordpress.com/2009/06/26/yellowstone-beleza-perigosa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/bcbb694be6bc7bd5b305d820bd108995?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blacksmoker</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/UHpLfeFWJ8c/2.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/6378c898d1a84a8099dc2e77394a8187" medium="image">
			<media:title type="html">Perfil da caldeira vulcânica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/a3b35eb2d10b4a2c9eb115cc66b95de9" medium="image">
			<media:title type="html">Localização e idade (M.a) dos centros vulcânicos</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/7b8VVgV0wyA/2.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/2333f0ec658f44b2a520f32206ddee19" medium="image" />

		<media:content url="http://api.photoshop.com/home_6c1d5c16f7654670964e974cb579e0db/adobe-px-assets/9dd0483fb91d4487a29a146eef9fbcd9" medium="image" />

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/WoEJTW84d2U/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Vulcanismo (Lahars &#8211; mudflows, Hot Spots, etc)</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/07/16/lahars-mudflows/</link>
		<comments>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/07/16/lahars-mudflows/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 09:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA["Lahar"]]></category>
		<category><![CDATA["Magma"]]></category>
		<category><![CDATA["Movimentos de Vertente"]]></category>
		<category><![CDATA["Mudflow"]]></category>
		<category><![CDATA["Plumas Térmicas"]]></category>
		<category><![CDATA["Tectónica de Placas"]]></category>
		<category><![CDATA["Torrentes"]]></category>
		<category><![CDATA["Vulcanismo"]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blacksmoker.wordpress.com/?p=177</guid>
		<description><![CDATA[Lahars
 

Os lahars são avalanches de lodo formados pela fluidificação de materiais vulcânicos saturados de água. Comportando-se como um fluido viscoso e de muito alta densidade, os lahars seguem o percurso de menor energia potencial, pelo que o seu curso é ditado pela topografia, em geral seguindo os vales dos cursos de água. A lama que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=177&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h2>Lahars</h2>
<p> </p>
<p><object type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' data='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=514921&#038;doc=deadly-lahars-from-nevado-del-ruiz-colombia-1216200397803458-9' width='425' height='348'><param name='movie' value='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=514921&#038;doc=deadly-lahars-from-nevado-del-ruiz-colombia-1216200397803458-9' /><param name='allowFullScreen' value='true' /><param name='allowScriptAccess' value='always' /></object></p>
<p>Os lahars são avalanches de lodo formados pela fluidificação de materiais vulcânicos saturados de água. Comportando-se como um fluido viscoso e de muito alta densidade, os lahars seguem o percurso de menor energia potencial, pelo que o seu curso é ditado pela topografia, em geral seguindo os vales dos cursos de água. A lama que forma o lahar tem a consistência do betão fresco, mantendo um elevado grau de fluidez quando em movimento, mas solidificando e perdendo água quase instantaneamente quando parada. Estas características reológicas permitem aos lahars uma grande velocidade de deslocamento e grande capacidade de penetração nos espaços vazios, o que leva ao rápido enchimento por material sólido de todas as cavidades que encontre no seu percurso. A elevada densidade do fluido formado permite o transporte de grandes massas rochosas que flutuam na lama e são arrastadas a alta velocidade como se de material leve se tratasse. Dessa propriedade dos lahars resulta o aparecimento nas paisagens vulcânicas de grandes rochas isoladas, deixadas pelo enfraquecimento da capacidade de transporte do lahar, normalmente pela dispersão e perda de velocidade e profundidade da lâmina de lama devido ao largamento da zona recoberta. Um exemplo notável deste efeito dos lahars é a presença de gigantescos blocos traquíticos, com cerca de 8-10 m de altura e pesando alguns milhares de toneladas, isolados no planalto existente acima do lugar da Caparica, Biscoitos, na ilha Terceira. Aqueles blocos foram ali deixados por um gigantesco lahar que se formou há cerca de 25 000 anos durante a última grande erupção do Pico Alto (Terceira).</p>
<p>Em resultado da grande densidade do fluido, e da sua velocidade, os lahars têm um enorme poder erosivo, arrancando por abrasão grandes volumes de material geológico às zonas atravessadas, transportando-o e integrando-o num processo de avalanche que permite o crescimento da massa em movimento, alimentando assim o lahar. Os lahars podem deslocar-se a velocidades muito elevadas, podendo, quando o declive dos terrenos seja elevado e viscosidade seja reduzida, ultrapassar os 100 km/h (30 m/s).</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://blacksmoker.wordpress.com/2008/07/16/lahars-mudflows/"><img src="http://img.youtube.com/vi/lMNlijm6xk4/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><strong>Os Lahar podem ser gigantescos:</strong><br />
um lahar que ocorreu há 5 600 anos em Osceola, ao longo do vale do rio White, durante uma erupção do Monte Rainier (Estado de Washington), produziu uma camada de lodo com 180 m de profundidade e recobriu uma área de 320 km2.<br />
O grande lahar que destruiu Vila Franca do Campo na noite de 21 para 22 de Outubro de 1522 (a famigerada subversão de Vila Franca), causando milhares de mortos, recobriu de lama e pedras cerca de 3,5 km2 de terreno. Nos Açores existem muitas centenas de formações geológicas identificadas como tendo sido formadas por lahars, alguns recobrindo grandes áreas, como é caso do lahar que a partir da zona do Pico Rachado desceu ao longo da Ribeira de São Roque, nos Altares, Terceira, percorrendo mais de 6 km até ao seu termo.</p>
<p><strong>Causas dos lahars</strong></p>
<p>Existindo declive suficiente e abundância de água e material vulcânico solto, em particular piroclastos de baixa densidade (como as bagacinas ou terrenos argilificados por efeito hidrotermal), os lahars podem ser desencadeados, entre outras, pelas seguintes causas:<br />
 Elevada e persistente chuva durante uma erupção vulcânica, o que é comum já que a presença de cinzas vulcânicas finas na atmosfera, que actuam como núcleos de condensação, e a coluna de ar ascendente formada em torno do vulcão propiciam a formação de grandes nuvens de desenvolvimento vertical (cúmulos) que geram chuva intensa e trovoada;</p>
<p> A ruptura de diques formados por materiais vulcânicos provenientes da erupção em cursos de água existentes nas proximidades de um vulcão activo;</p>
<p> A ruptura de lagos formados em crateras ou por retenção de cursos de água;</p>
<p> Os deslizamentos de camadas piroclásticas saturadas de água desencadeados por sismos, mesmo quando de pequena magnitude;</p>
<p> Os movimentos de massa de origem gravítica resultantes da instabilização de encostas devido a chuvas abundantes;</p>
<p> A fusão de neve ou gelo (glaciar) desencadeado pela presença de gases quentes ou de fluxos piroclásticos. Um caso específico é a formação de zonas de fusão em glaciares, recebendo o nome islandês de jökulhlaup.</p>
<p><strong>Efeitos sobre a protecção civil</strong></p>
<p>Os lahars podem ser extremamente perigosos devido à sua energia e velocidade. Um grande lahar pode percorrer muitos quilómetros à velocidade de algumas dezenas de metros por segundo, destruindo inexoravelmente tudo à sua passagem e deixando muito pouco tempo para a fuga. Por essa razão os lahars são uma das principais preocupações de protecção civil nas regiões vulcânicas, em particular nas zonas onde existem espessas camadas piroclásticas e abundância de água. Um dos grandes desastre naturais do século XX foi causado pelos lahars formados durante a erupção do Nevado del Ruiz, Colômbia, em 1985, os quais mataram cerca de 25 000 pessoas na cidade de Armero, a qual ficou enterrada sob 8 m de lama e rochas. Recentemente na ilha de Leyte, Filipinas, um lahar soterrou uma aldeia e provocou mais de um milhar de mortos.</p>
<p>Entre muitos outros, foram causados por lahars os seguintes desastres:</p>
<p> A subversão de Vila Franca, a 22 de Outubro de 1522 (cerca de 5 000 mortos);</p>
<p> O descarrilamento de Tangiwai, na Nova Zelândia, em 1953 (120 mortos);</p>
<p> A destruição de Armero, Colômbia, em 1985 (25 000 mortos);</p>
<p> O desastre da Ribeira Quente, Açores, em Outubro de 1997 (29 mortos). Povoações situadas nas proximidades de formações piroclásticas são locais de risco. Por isso algumas destas comunidades (Pierce County, Estado de Washington, nos Estados Unidos e Mount Ruapehu, na Nova Zelândia) já instalaram, ou planeiam instalar, sistemas de alerta contra deslizamentos de terra, consistindo num conjunto de sensores de vibração colocados a montante, complementados por um sistema de alarme ligado a sirenes.</p>
<p>Fontes :</p>
<p><a href="http://volcanoes.usgs.gov/Hazards/What/Lahars/lahars.html">http://volcanoes.usgs.gov/Hazards/What/Lahars/lahars.html</a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lahar">http://en.wikipedia.org/wiki/Lahar</a></p>
<h3>Movimentos de Massa (Movimentos de Vertente)</h3>
<p>Consultar o site do <a href="http://w3.ualg.pt/~jdias/GEOLAMB/GA4_MovMassa/GA43_tipos/Tipos.html">Prof Dr. J. Alveirinho Dias</a></p>
<p> </p>
<h3>Risco Vulcânico</h3>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">&#8220;A Geological hazard is a geological condition, process or potential </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">event that poses a threat to the heath, safety, or welfare of a group </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">of citizens or the functions or economy of a community or a larger </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">governmental entity&#8221; <em>US GS, 1974</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:&quot;"><em><span style="font-size:small;color:#ff0000;">Neste powerpoint do Prof. Dr. J.A. Dias é possivel compreender a Perigosidade e o Risco Vulcânico.</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"> <object type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' data='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=522975&#038;doc=geosoc0506aula10-1216684581669435-8' width='425' height='348'><param name='movie' value='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=522975&#038;doc=geosoc0506aula10-1216684581669435-8' /><param name='allowFullScreen' value='true' /><param name='allowScriptAccess' value='always' /></object></p>
<p><!--EndFragment--> </p>
<h2>Hot Spots (Plumas Térmicas)</h2>
<p>  </p>
<div><span style="font-size:medium;"></p>
<div><span style="font-size:medium;"><strong><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/prominent_hotspots.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-434" src="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/prominent_hotspots.png?w=485&#038;h=396" alt="" width="485" height="396" /></a> </strong></span></div>
<p> </p>
<p><font size="4"></p>
<div><span style="font-size:medium;font-family:Verdana,Verdana;"><strong><span style="font-size:small;"></p>
<div><strong><span style="font-size:small;">Pontos quentes</span></strong></div>
<p> Hot spots, são locais em que ocorre o manto superior de temperatura mais alta do que outras regiões. Considera-se que a anomalia térmica é devido à ascensão de convecção térmica do manto, denominado pluma quente.<br />
Em regiões oceânicas, encontram-se vulcanismos basálticos de composição alcalino-olivinica e toleítica. Em regiões continentais, observam-se vulcanismos de basalto toleítico, álcalino-olivina, fonolítico e carbonatítico. Observa-se um que assinala o movimento da placa tectónica sobre o ponto quente.<br />
A teoria dos pontos quentes foi postulada por J. Tuzo Wilson em 1963 para explicar a existência de cadeias de vulcões formando linhas coincidentes com a direcção geral de movimento das placas sobre as quais assentam e teve como modelo o arquipélago do Hawai.<br />
Nestas áreas os vulcões parecem indiciar a passagem da crosta terrestre sobre uma pluma de material magmático, essencialmente no manto terrestre, que ao ascender à superfície origina sucessivos edifícios vulcânicos.A origem das plumas mantélicas foi durante muito tempo atribuída à formação de uma estrita coluna ascendente de material mais quente desde a zona de fronteira entre o manto e o núcleo terrestre que ascenderia até à superfície. Dados recentes colocam em causa a existência destas estruturas profundas, apontando como origem das plumas a formação de zonas estáveis de convecção térmica nas camadas mais externas do manto terrestre.<br />
Estão identificados cerca de 50 pontos quentes na Terra, a maioria dos quais associada à presença de ilhas oceânicas, tais como os Açores, a Madeira, Cabo Verde, a Islândia, o Hawai e a Reunião, e de cadeias vulcânicas como as de Yellowstone e do Monte Camarões.<br />
A partir da década de 1930 Holmes aventou a ideia da movimentação do manto motivada por diferenças térmicas, que dão origem a correntes de convecção num meio sólido, porém dotado de plasticidade, com elevado grau de viscosidade, que caracteriza o manto superior. Tais ideias têm em comum que os movimentos verticais e horizontais da litosfera são originados por correntes e deslocamentos de massas que se substituem mutuamente nas profundidades, situadas abaixo da delgada crosta terrestre. Os blocos siálicos seriam afectados por estas correntes, podendo ser arrastados pelo fluxo horizontal que se desliza por baixo, ou mesmo soerguidos ou abatidos, conforme a direcção destas correntes. Essa teoria está directamente ligada à teoria da migração continental.<br />
A película terrestre é insignificante em relação às regiões profundas, gigantescas. Tendo a crosta uma constituição pouco rígida, é por isso relativamente sensível às correntes profundas, cuja natureza é admitida como sendo de diversas causas.<br />
Acredita-se que esse processo funcione de uma forma parecida com a seguinte: as massas profundas ao receberem um aumento térmico, proveniente das maiores profundidades do manto ou da desintegração radioactiva, sofrem, por conseguinte, um impulso para subir, segundo o princípio de Arquimedes. Por outro lado as mais elevadas condensam-se e tendem a afundar.</p>
<p><a title="magma.jpg" href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2007/12/magma.jpg"><img src="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2007/12/magma.thumbnail.jpg" alt="magma.jpg" /></a><a href="http://www.wwnorton.com/college/geo/egeo2/content/animations/2_6.htm">http://www.wwnorton.com/college/geo/egeo2/content/animations/2_6.htm</a></p>
<p> </p>
<p></span></strong></span></div>
<p></font></span></p>
<div>
<h3>Imagens de Vulcanismo</h3>
<p><a href="http://www.bergoiata.org/fe/volcans/10.htm">http://www.bergoiata.org/fe/volcans/10.htm</a></p>
<h3>Erupção da Serreta (Açores, Portugal)</h3>
<p><a href="http://serreta-creminer.fc.ul.pt/index35bc.html?sectionid=4&amp;menuid=17">http://serreta-creminer.fc.ul.pt/index35bc.html?sectionid=4&amp;menuid=17</a></div>
</div>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/blacksmoker.wordpress.com/177/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/blacksmoker.wordpress.com/177/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blacksmoker.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blacksmoker.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blacksmoker.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blacksmoker.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blacksmoker.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blacksmoker.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blacksmoker.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blacksmoker.wordpress.com/177/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blacksmoker.wordpress.com/177/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blacksmoker.wordpress.com/177/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=177&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/07/16/lahars-mudflows/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/bcbb694be6bc7bd5b305d820bd108995?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blacksmoker</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/lMNlijm6xk4/2.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/07/prominent_hotspots.png" medium="image" />

		<media:content url="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2007/12/magma.thumbnail.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">magma.jpg</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Etna voltou a entrar em erupção</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/05/12/etna-voltou-a-entrar-em-erupcao/</link>
		<comments>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/05/12/etna-voltou-a-entrar-em-erupcao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 15:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA["Erupções Vulcânicas"]]></category>
		<category><![CDATA["Etna"]]></category>
		<category><![CDATA["Magma"]]></category>
		<category><![CDATA["Vulcanismo"]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blacksmoker.wordpress.com/?p=122</guid>
		<description><![CDATA[
O vulcão Etna projectou toneladas de lava e cinzas numa região desabitada.
Vídeo :
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&#38;visual=25&#38;article=345353&#38;tema=31
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=122&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h5></h5>
<h2>O vulcão Etna projectou toneladas de lava e cinzas numa região desabitada.</h2>
<p>Vídeo :</p>
<p><a href="http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&amp;visual=25&amp;article=345353&amp;tema=31">http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&amp;visual=25&amp;article=345353&amp;tema=31</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/blacksmoker.wordpress.com/122/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/blacksmoker.wordpress.com/122/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blacksmoker.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blacksmoker.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blacksmoker.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blacksmoker.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blacksmoker.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blacksmoker.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blacksmoker.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blacksmoker.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blacksmoker.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blacksmoker.wordpress.com/122/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=122&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/05/12/etna-voltou-a-entrar-em-erupcao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/bcbb694be6bc7bd5b305d820bd108995?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blacksmoker</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Black Smoker (Hydrothermal Vent)</title>
		<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2007/12/08/black-smoker-hydrothermal-vent/</link>
		<comments>http://blacksmoker.wordpress.com/2007/12/08/black-smoker-hydrothermal-vent/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 23:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA["Blacksmoker"]]></category>
		<category><![CDATA["Magma"]]></category>
		<category><![CDATA["Magmatismo"]]></category>
		<category><![CDATA["Vulcanismo"]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blacksmoker.wordpress.com/2007/12/08/black-smoker-hydrothermal-vent/</guid>
		<description><![CDATA[http://www.ocean.udel.edu/kiosk/bsmoker.html
Como se formam? ver animação em : http://www.amnh.org/nationalcenter/expeditions/blacksmokers/animation.html#animation
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=38&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a title="smoker.gif" href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2007/12/smoker.gif"><img style="width:124px;height:88px;" src="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2007/12/smoker.thumbnail.gif?w=160&#038;h=127" alt="smoker.gif" width="160" height="127" /></a><a href="http://www.ocean.udel.edu/kiosk/bsmoker.html">http://www.ocean.udel.edu/kiosk/bsmoker.html</a></p>
<p>Como se formam? ver animação em : <a href="http://www.amnh.org/nationalcenter/expeditions/blacksmokers/animation.html#animation">http://www.amnh.org/nationalcenter/expeditions/blacksmokers/animation.html#animation</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/blacksmoker.wordpress.com/38/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/blacksmoker.wordpress.com/38/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blacksmoker.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blacksmoker.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blacksmoker.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blacksmoker.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blacksmoker.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blacksmoker.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blacksmoker.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blacksmoker.wordpress.com/38/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blacksmoker.wordpress.com/38/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blacksmoker.wordpress.com/38/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blacksmoker.wordpress.com&blog=1758909&post=38&subd=blacksmoker&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blacksmoker.wordpress.com/2007/12/08/black-smoker-hydrothermal-vent/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/bcbb694be6bc7bd5b305d820bd108995?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">blacksmoker</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2007/12/smoker.thumbnail.gif" medium="image">
			<media:title type="html">smoker.gif</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>