Posted by: blacksmoker on: Outubro 11, 2008
Krakatau, que já foi erradamente chamada Krakatoa, uma ilha do tamanho de Manhattan localizada no estreito de Sunda, a meio caminho entre Sumatra e Java, conheceu o seu fim na manhã de segunda-feira, 27 de Agosto de 1883. 
Adaptado de “A Diversidade da Vida” Wilson.E.O (Gradiva)
Este texto fala-nos de uma catástrofe, nomeadamente a de Krakatau, uma ilha que teve o seu fim após uma catástrofe a 27 de Agosto de 1883.
Tendo sido esse desastre de tal maneira grande, é normal que por consequência tenham emergido outros tantos acontecimentos, igualmente dramáticos. Desses, salientarei alguns para dar exemplos de interacções entre os diferentes subsistemas.
Para começar, quando se deu a explosão, foram emitidos sons a grandes distâncias. Depois, o mar lançou-se, com o objectivo de cobrir a caldeira formada pela abertura subterrânea e aí considero uma relação hidrosfera-geosfera. Uma referida coluna de magma, rochas e cinza eleva-se no mar e cai mais tarde, arremessando uma onda de gigantes dimensões que fez com que houvesse a total destruição de cidades e a morte de uma imensidão de pessoas e aí temos uma relação hidrosfera-biosfera, assim como a morte daquela pessoa nas praias de Ceilão. As erupções fizeram também com que fossem projectados para o ar diversos materiais, que se espalhou por todo o mundo, onde refiro uma interacção geosfera-atmosfera.
Porém creio que a interacção mais relevante neste acontecimento tenha sido mesmo a da geosfera-biosfera, visto que esta catástrofe provocou, particularmente a morte de muitas vidas, a todos os níveis.
Krakatau é o perfeito exemplo da interacção dos diferentes subsistemas.
Tal como pudemos verificar no texto, a geosfera e a biosfera foram implicadas na catástrofe, pois devido aos efeitos da erupção a vida existente nas proximidades do vulcão foi totalmente dizimada, dado que a ilha foi parcialmente imersa e a que permaneceu ao nível do mar foi coberta por resíduos consequentes da actividade vulcânica, nomeadamente, pedra-pomes e obsidiana porosa que no seu todo se elevavam a quarenta metros de altitude, estando estes situados numa cratera resultante do colapso pós-erupção.
Quanto à geosfera e hidrosfera, concluímos que depois desta enorme explosão formou-se uma onda gigante, como consequência do abate do cone vulcânico, que como acima referimos resultou numa caldeira à qual o mar se precipitou a encher. Não obstante, uma coluna de magma, rochas e cinza, elevou-se até 5km e, aquando do seu regresso ao nível do mar, formou-se a já referida onda, que contava com uma massa e energia tão densa que foi capaz de matar 40 000 pessoas á sua passagem por Java e Sumatra e, quando chegou ao actual Sri Lanka, as suas ondas ainda possuíam energia para se levantarem até um metro.
Já da interacção da geosfera e atmosfera, obtemos um recorde pois o Krakatau emitiu um som que viajou por 4600km, até á Ilha Rodriguez.
Estratosfera- Geosfera: Foram lançados gases, mais propriamente aerosol de ácido sulfúrico para a estratosfera , que subiram aos 50km e se difundiram, espalhando-se e demonstrando os seus efeitos durante vários anos, através dos chamados Anéis de Bishop, entre outros.
Com o desastre, podemos afirmar que a Natureza tem um poder enorme de se regenerar, mesmo isso implicando a extinção parcial de algumas espécies e, apesar de tudo, a erupção do Krakatau é certamente um facto admirável.
As erupções vulcânicas, fenómenos geológicos naturais, têm tanto de espectacular como de destrutivas, sendo uma forma de manifestação de perturbações do interior da Terra.
Ao ler esta notícia, verificamos que a erupção do vulcão na ilha Krakatau teve efeitos devastadores a vários níveis. Ao nível humano, pois provocou a morte de dezenas de milhar de pessoas, ao nível ambiental, afectando a fauna e flora de forma extrema, e a nível geográfico pois o centro de Krakatau foi substituído por uma cratera marinha.
É de salientar que esses efeitos terríficos não se cingiram à região onde ocorreu a erupção, mas que se estenderam a vários pontos do planeta com maior ou menor amplitude: veja-se o caso das ilhas Java e Sumatra onde morreram 400.000 pessoas em função de um maremoto gerado pela gigantesca erupção.
Entrando no domínio do raciocínio geológico, uma coisa será de concluir: este fenómeno não tem cabimento no “Principio do Gradualismo”, dado o seu carácter violento inesperado, coincide melhor na corrente de pensamento “Catastrofista”. No entanto, com o avanço que irá ter a a geologia todas estas teorias estão susceptíveis de ser alteradas.
As erupções vulcânicas, fenómenos geológicos naturais, têm tanto de espectacular como de destrutivas, sendo uma forma de manifestação de perturbações do interior da Terra.
Ao ler esta notícia, verificamos que a erupção do vulcão na ilha Krakatau teve efeitos devastadores a vários níveis. Ao nível humano, pois provocou a morte de dezenas de milhar de pessoas, ao nível ambiental, afectando a fauna e flora de forma extrema, e a nível geográfico pois o centro de Krakatau foi substituído por uma cratera marinha.
É de salientar que esses efeitos terríficos não se cingiram à região onde ocorreu a erupção, mas que se estenderam a vários pontos do planeta com maior ou menor amplitude: veja-se o caso das ilhas Java e Sumatra onde morreram 400.000 pessoas em função de um maremoto gerado pela gigantesca erupção.
Entrando no domínio do raciocínio geológico, uma coisa será de concluir: este fenómeno não tem cabimento no “Principio do Gradualismo”, dado o seu carácter violento inesperado, coincide melhor na corrente de pensamento “Catastrofista”. No entanto, com o avanço que irá ter a a geologia todas estas teorias estão susceptíveis de ser alteradas.
As erupções vulcânicas, fenómenos geológicos naturais, têm tanto de espectacular como de destrutivas, sendo uma forma de manifestação de perturbações do interior da Terra.
Ao ler esta notícia, verificamos que a erupção do vulcão na ilha Krakatau teve efeitos devastadores a vários níveis. Ao nível humano, pois provocou a morte de dezenas de milhar de pessoas, ao nível ambiental, afectando a fauna e flora de forma extrema, e a nível geográfico pois o centro de Krakatau foi substituído por uma cratera marinha.
É de salientar que esses efeitos terríficos não se cingiram à região onde ocorreu a erupção, mas que se estenderam a vários pontos do planeta com maior ou menor amplitude: veja-se o caso das ilhas Java e Sumatra onde morreram 400.000 pessoas em função de um maremoto gerado pela gigantesca erupção.
Entrando no domínio do raciocínio geológico, uma coisa será de concluir: este fenómeno não tem cabimento no “Principio do Gradualismo”, dado o seu carácter violento inesperado, coincide melhor na corrente de pensamento “Catastrofista”. No entanto, com o avanço que irá ter a a geologia todas estas teorias estão susceptíveis de ser alteradas.
Como referido no texto em cima, Krakatau, também erradamente designado de Krakatoa, desapareceu da face da Terra, numa manhã de segunda-feira, 27 de Agosto de 1883, estando na origem erupções do tipo explosivo que deflagraram pela ilha desintegrando-a por completo, tendo a maior delas todas ocorrido às 20 horas e 2 minutos, a qual teve uma força de 100-150 mega toneladas de TNT, lançando uma onda de impacto que se propagou à volta do mundo. Uma coluna de magma, rochas e cinzas elevou-se a 5km no ar, lançando para a Atmosfera mais de 18 km cúbicos de rocha e outros materiais.
Os efeitos sentidos pelo vulcão afectaram a biosfera, ao serem extintas todas as formas de vida presentes na ilha, assim como 40 mil pessoas presentes nas costas de Java e de Sumatra. A geosfera, ao ser destruída a ilha, ao ser alterada a geografia do Estreito de Sunda e a composição da estratosfera por todo o mundo. E também a atmosfera, misturando-se as cinzas com a sua composição, o que irá provocar alterações mais tardias, e a breve escuridão das zonas circundantes, causadas pela mistura das cinzas com a atmosfera.
A 27 de Agosto de 1883, deram-se várias erupções vulcânicas na ilha de Krakatau o que provocou a sua desintegração.
Esta catástrofe provocou várias consequências quer a nivel biológico quer a nivel ambiental.
Quando ocorreram as erupções, o som causado deu a volta ao mundo, gerando uma relação atmosfera – biosfera. Por sua vez, o mar avançou sobre a caldeira formada pela explosão tendo assim uma relação hidrosfera – geosfera.
Uma coluna de magma, rochas e cinza elevou-se 5 km no ar, provocando quando desceu grandes ondas originando um maremoto. Desvastou as cidades e matou imensas pessoas, relação hidrosfera – biosfera. As ondas gigantes percorreram todo o mundo matando uma pessoa no Ceilão. Ocorreu tambem uma relação geosfera – atmosfera, criada pelos gases lançados para o ar pelas erupções, afectando outros locais.
O pior desta catástrofe foi a destruição de vários habitats.
A ilha de Krakatau, localizada no estreito de Sonda, entre as ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia, reduziu para um terço de seu tamanho, quando um vulcão supostamente extinto entrou em erupção no dia 27 de Agosto de 1883. A sucessão de erupções e explosões durou 22 horas. Outros vulcões já haviam explodido antes, mas a erupção do Krakatau teve uma dimensão inédita e até hoje não igualada. A explosão não destruiu apenas a montanha que formava o vulcão: ela riscou do mapa a própria ilha onde a montanha estava situada.
Tal catástrofe desencadeou variados efeitos a todos os níveis. Em primeiro lugar, a própria geografia da ilha foi profundamente alterada, tendo esta ficado cingida a um terço da porção de ilha existente antes da erupção. Houve ainda uma interacção da geosfera com a atmosfera, já que os gases e piroclastos expelidos durante a erupção rapidamente perturbaram o equilíbrio da atmosfera. De facto, mesmo após três anos, um véu de resíduos vulcânicos permanecia ainda no ar. Verificou-se também uma relação geosfera-hidrosfera com a formação de um tsunami, que causou ainda mais mortes que a própria erupção vulcânica. A biosfera foi também muito afectada. Todas as formas de vida animal e vegetal foram destruídas, e os efeitos devastadores que se seguiram a esta catástrofe afectaram países em todo o planeta.
É de salientar ainda a sua ligação com a corrente de pensamento neocatastrofista.
Krakatau era uma ilha, que teve um fim catastrófico a 27 de Agosto de 1883. Esta ilha desapareceu após uma série de violentas erupções vulcânicas.
A ocorrência da explosão mais potente transmitiu um som audível a mais de 5000km, seguindo-se a precipitação do mar para encher a caldeira formada na câmara subterrânea aberta pelas erupções. Devido a estas várias explosões vulcânicas, vários tsunamis ocorreram em diferentes pontos do planeta.
Este fenómeno causou diversas mortes, a diversos níveis, incluindo a extinção de todos os seres vivos, animais e vegetais, de toda a ilha.
Mas, o desaparecimento da ilha e mortes não foram as únicas consequências desta catástrofe: todos os subsistemas da Terra sofreram alterações na sua própria maneira. A Terra foi geograficamente alterada, já que a ilha foi substituída por uma cratera submarina; a atmosfera foi alterada quando os seus componentes se misturaram com os gases provenientes das explosões; na hidrosfera, as alterações foram visíveis, uma vez que, tal como na atmosfera, os componentes oriundos das explosões se misturaram no mar; e por fim, na biosfera, como já tínhamos referido houve a extinção de todos os seres da ilha.
Na manhã de 27 de Agosto de 1883, Krakatau uma ilha situada no estreito de Sunda conheceu o seu fim. A ilha foi desintegrada por uma série de potentes erupcões vulcânicas, fenómeno catastrófico da geoesfera.
Esta erupção vulcânica, como muitas outras, teve inúmeros danos nos subsistemas terrestres como a hidrosfera, a atmosfera e principalmente a biosfera. No inicio foram emitidos sons por todo o planeta. À medida que a ilha se ia afundando o mar apressou-se a cobrir a caldeira que se estava a formar, ocorrendo uma reacção entre a Geoesfera e a Hidrosfera.
Ondas com 40 metros de altura rebentaram sobre as costas de Java e Sumatra, destruindo cidades inteiras e acabando com a vida a mais de 40 mil pessoas, onde ocorreu uma reacção da hidrosfera com a biosfera. Porém os segmentos continuaram a sua propagação, levando a que as ondas ainda tivessem um metro de altura quando atingiram as praias de Celião acabando ainda com uma vida.
Estas violentas erupções lançaram para a atmosfera mais de dezoito quilómetros cúbicos de rochas e outros materiais, numa interacção ente a geosfera e a atmosfera.
Por fim o estreito de Sunda passou a ter uma geografia diferente, assim com a ilha de Krakatau tinha sido substituída por uma cratera submarina, ocorrendo em parte uma reacção entre a hidrosfera e a geosfera.
Esta catástrofe arrasadora modificou substancialmente todos os subsistemas terrestres, mas o mais significativo foi a interacção desta catástrofe geologica com a biosfera onde milhares de seres vivos morreram.
Este texto mostra com todos os subsistemas terrestres estão interligados e qualquer falha num poderá comprometer os outros.
Estes fenómenos catastróficos não poderão ser impedidos devido a dinâmica interior do planeta mas muito possivelmente com o avanço da geologia poderão ser antecipados a fim de poupar milhares de vidas.
Este texto refere-se a uma sucessão de erupções vulcanicas que originaram o desaparecimento da ilha Krakatau, esse acontecimento decorreu durante 22 horas. Teve um impacto extraordinário no ambiente, o equivalente a 100-150 toneladas de TNT, destruindo a ilha e afectando os diversos sub-sistemas.
por exemplo: os seres vivos que existiam na ilha foram afectados e o som libertado pelas erupções foi ouvido no outro lado do mundo – interacção geosfera-biosfera. Uma coluna de magma, rochas e cinzas elevou-se a 5km no ar, lançando para a Atmosfera mais de 18 km cúbicos de rocha e outros materiais – interacção gesfera-atmosfera – provocando um enorme marmoto – interacção geosfera-hidosfera.
jhjhsjh
No dia 27 de Agosto de 1883, deu-se uma catastrofe que destruiu a ilha de Krakatau, catástrofe esta imensamente grave provocada por uma erupção vulcânica. Este acontecimento teve influência nos vários subsistemas e ao longo deste texto podemos confirmar isso. A primeira referência que este texto nos indica sobre a interação dos subsistemas é quando nos fala do som emitido depois da explusão vulcânica, de grande imensão, o mar cobria a caldeira formada, aqui podemos afirmar que encontramos a interação da Geologia com a Hidrosfera. De seguida fala-nos de uma coluna de magma, rochas e cinzas que se elevaram a 5 Km no ar, caindo depois no mar provocando ondas de maremotos que por sua vez destruíram cidades inteiras e mataram 40 000 pessoas, que relaciona-mos a interação da Hidrosfera com a Biosfera. Por fim encontro a relãção entre a Geosfera e a Atmosfera, quando nos indica que a erupção lançou vários materiais, entre os quais cúbicos de rochas para o ar. Foi sem duvida uma catastrofe prejudicial em todos os aspectos, a nìvel da biosfera foi muito grave pois a vida, naquela ilha ficaria completamente extinta. E apara além disso, Krakatau fora substituida por uma cratera submarina.
GOSTARIA DE OBTER MAIS INFORMAÇÕES
Já li sobre esta catastrofe em várias fontes. O que eu procuro na realidade, é uma matéria que fala dessa ilha que emergiu, e há várias espécies de vida animal e vegetal, assim como marítima. Houve uma reportagem na televisão, só que eswtava no fim da matéria e não pude conhecer toda a história. Se puder me ajudar, agradeço muito. Or5lando SJ
Outubro 20, 2008 às 4:55 pm
Quando Krakatau entrou em erupção , o mundo , em certos locais mudou ao nível dos subsistemas , e a melhor maneira de relembrar as ocorrências é dando alguns exemplos.
Após a violenta explosão(que ocorreu na segunda-feira dia 27 do mês de Agosto do ano de 1883 pelas 10horas e 2 minutos) o barulho soou em todo o mundo aqui temos uma relação atmosfera – biosfera , o som foi ouvido pelos seres habitantes do planeta.
O mar afundou a caldeira formada pela explosão , temos um exemplo de hidrosfera-geosfera.E ao caírem os piroclastos que se ergueram a 5 Km na vertical provocou um maremoto,o qual teve consequências nos subsistemas da geosfera-hidrosfera-atmosfera-biosfera visto que, a geosfera lançou parte da sua massa para o ar , a qual foi poluída por gases tóxicos , as ilhas ficaram com uma nova geografia pois o maremoto encarregou-se de levar parte destas, bem como os habitantes das redondezas que morreram incenerados.
Resumindo o zonas mais próximas deste vulcão ficaram inabitadas por algum tempo visto as condições adversas a que este território ficou sujeito.